O tratamento conhecido como “bumbum de colágeno” tem ganhado destaque nos consultórios dermatológicos. A técnica atende a uma crescente busca por melhorias na qualidade da pele dos glúteos, com foco em firmeza e textura, e não apenas no aumento de volume.
A dermatologista Joana Petito Magnavita, da Harmonize Gold, afirma que os protocolos que estimulam a produção de colágeno não se limitam mais ao rosto. “O colágeno pode ser trabalhado em áreas do corpo que muita gente nem imagina, e os glúteos são uma delas”, explica.
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Essa abordagem acompanha uma tendência na estética corporal que valoriza resultados graduais e a saúde do tecido a longo prazo. Regiões como colo, braços, abdômen e a parte interna das coxas também podem ser tratadas para combater a perda de firmeza.
A produção natural de colágeno pelo corpo começa a diminuir por volta dos 25 anos, com uma queda média de 1% ao ano. Com o tempo, essa redução afeta a elasticidade e a sustentação da pele, tornando-se visível em várias partes do corpo, incluindo os glúteos.
O protocolo do “bumbum de colágeno” utiliza bioestimuladores aplicados na região. O objetivo é incentivar o próprio organismo a produzir mais colágeno, resultando em uma pele mais firme e com melhor contorno.
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Joana Magnavita ressalta que o procedimento não deve ser confundido com técnicas de volumização. “O bioestimulador não cria músculo e não transforma sozinho o tamanho do bumbum. A proposta é melhorar a qualidade do tecido, favorecer firmeza e valorizar o contorno”, conclui a especialista.
