Lóbulos das orelhas também envelhecem: saiba como rejuvenescer
Com o tempo, a região perde firmeza e sustentação; bioestimuladores de colágeno e outros tratamentos podem devolver a aparência jovem à orelha
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Os lóbulos das orelhas também envelhecem, perdendo espessura, firmeza e sustentação ao longo dos anos. A dermatologista Joana Petito afirma que, com o tempo, a região pode afinar, alongar e até mesmo comprometer o suporte para os brincos.
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Por não possuírem cartilagem e serem formados por tecidos moles, os lóbulos sofrem mudanças que deixam a área mais fina e alongada. As alterações podem afetar o furo e a maneira como os brincos se posicionam.
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Segundo a médica da Harmonize Gold, empresa de bioestimuladores de colágeno, os primeiros sinais costumam passar despercebidos. "Muitas vezes a pessoa não percebe olhando para a própria orelha, mas nota que o furo mudou ou que aquele brinco que sempre usou já não fica posicionado da mesma maneira", detalha.
O incômodo levou famosas a buscarem soluções para a região. Kris Jenner revelou que o tamanho dos lóbulos se tornou uma insegurança e realizou uma redução cirúrgica. Já Abby Lee Miller, do programa "Dance Moms", notou que os furos estavam alongados após anos usando brincos pesados. Aos 60 anos, ela recorreu a um preenchimento com ácido hialurônico para devolver o volume e classificou o resultado como "incrível".
Como tratar o envelhecimento dos lóbulos
Não existe uma abordagem única para o envelhecimento dos lóbulos. Quando o problema está ligado à perda de espessura e qualidade do tecido, os bioestimuladores de colágeno podem ser uma alternativa para melhorar a sustentação.
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Joana Petito explica que o tratamento é escolhido após uma avaliação individual. "O bioestimulador entra quando queremos trabalhar a qualidade e a sustentação daquele tecido por meio do estímulo de colágeno", diz.
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Contudo, o procedimento não substitui uma cirurgia em casos de excesso de pele ou alongamento significativo, nem um preenchimento quando a principal queixa é a falta de volume. É preciso primeiro entender o que mudou no lóbulo para depois escolher a abordagem mais adequada.