Alzheimer precoce: 7 sinais em jovens que não devem ser ignorados
A doença de Alzheimer não afeta apenas idosos; neurologistas listam os primeiros sintomas que podem aparecer em pessoas com menos de 65 anos de idade
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A doença de Alzheimer é frequentemente associada a pessoas idosas, mas seus sinais podem se manifestar muito antes. O chamado Alzheimer de início precoce afeta indivíduos com menos de 65 anos e, por isso, seus sintomas podem ser confundidos com estresse ou cansaço, retardando a busca por ajuda médica e o diagnóstico correto.
O que é o Alzheimer de início precoce?
O Alzheimer de início precoce é uma forma da doença que se manifesta em pessoas mais jovens, geralmente a partir dos 30 anos, podendo se manifestar entre 30 e 60 anos de idade. Embora mais raro, representando cerca de 10% de todos os casos de Alzheimer, trata-se de uma condição neurodegenerativa que provoca a deterioração progressiva das funções cognitivas, afetando a memória, o pensamento e o comportamento do paciente.
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Quais são os principais sinais em jovens?
Embora a perda de memória seja o sintoma mais conhecido, outros sinais sutis podem indicar o desenvolvimento da doença em pessoas mais novas. Vale destacar que em pessoas mais jovens, os primeiros sinais podem estar relacionados a problemas de linguagem e comportamento, enquanto em idosos a perda de memória costuma ser o sintoma inicial. É fundamental estar atento a mudanças persistentes no comportamento e nas habilidades cognitivas. Conheça sete sinais que não devem ser ignorados:
Perda de memória que atrapalha o cotidiano: esquecer informações recém-aprendidas, datas importantes ou precisar perguntar a mesma coisa várias vezes. A dependência de anotações ou de familiares para tarefas antes simples se torna comum.
Dificuldade para planejar ou resolver problemas: ter problemas para seguir um plano, como uma receita, ou para lidar com números e gerenciar as finanças mensais. A concentração se torna uma tarefa difícil.
Problemas para completar tarefas familiares: sentir dificuldade para dirigir até um local conhecido, organizar a lista de compras ou lembrar as regras de um jogo que sempre jogou.
Confusão com tempo ou lugar: perder a noção de datas, estações do ano e da passagem do tempo. A pessoa pode esquecer onde está ou como chegou até um determinado local.
Dificuldades visuais e espaciais: ter problemas para ler, julgar distâncias ou determinar cores e contrastes, o que pode impactar atividades como a condução de um veículo. Em algumas variantes da doença em jovens, este pode ser um dos sintomas mais proeminentes.
Problemas com palavras na fala ou na escrita: apresentar dificuldade para encontrar a palavra certa ou para acompanhar uma conversa. É comum parar no meio de uma frase sem saber como continuar.
Mudanças de humor e personalidade: tornar-se uma pessoa confusa, desconfiada, deprimida ou ansiosa com facilidade. Pequenos imprevistos podem gerar irritação desproporcional.
Como obter o diagnóstico correto?
Ao perceber a persistência de um ou mais desses sinais, é essencial procurar um médico neurologista. O diagnóstico diferencial é crucial, pois muitos sintomas podem ser confundidos com outras condições comuns em jovens, como estresse crônico, depressão ou TDAH. Apenas um profissional pode realizar uma avaliação clínica completa, que pode incluir testes cognitivos, exames de imagem e análises laboratoriais para investigar a causa dos sintomas e confirmar ou descartar o diagnóstico de Alzheimer.
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Uma ferramenta de IA foi usada para auxiliar na produção desta reportagem, sob supervisão editorial humana.