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Com as bênçãos de Jesus


postado em 03/07/2019 04:09



Clássicos entre Brasil e Argentina, normalmente, redefinem conceitos. Sepultam o ontem. Reeditam o amanhã. Era sabido que, mais uma vez, o Mineirão testemunharia esse divisor de realidades. Questionadas, as seleções de Tite e Scaloni reescreveriam sua história na Copa América. Ao vencedor, a renovação da esperança. Ao perdedor, a afirmação de desfavoráveis certezas. E foi esse o saldo da semifinal de ontem. À Seleção Brasileira, um novo rumo, sedimentado por uma vitória consistente sobre seu principal rival. Aos argentinos, uma nova leva de críticas, alicerçada por um fracasso anunciado desde a claudicante estreia no torneio. A equipe brasileira reagiu à altura do desafio. Se viu diante de uma Argentina frenética, fazendo o jogo da vida, apostando em todas as bolas. Mas os hermanos encontraram uma defesa verde-amarela firmemente postada. O goleiro Alisson, nas raras vezes em que não alcançou a bola, teve a sorte como companheira – é de se contar nos dedos quando, num só jogo, a trave “defendeu” cabeçada de Agüero e chute de Messi. Daniel Alves parecia um fio desencapado, correndo o campo todo, desarmando, lançando, dando chapéu... E, na frente, um Jesus iluminado. Foi, de fato, uma noite abençoada. E isso era tudo o que Tite precisava.
 


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