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Estado de Minas

Em busca do espaço perdido

Amargando jejum de 10 jogos sem marcar gol e com Alerrandro em boa fase, Ricardo Oliveira precisa aproveitar os amistosos para mostrar serviço


postado em 03/07/2019 04:08

Com 13 gols em 28 jogos na temporada e há 10 sem marcar, Ricardo Oliveira viu seu reserva Alerrandro ganhar prestígio com o técnico e com a torcida. O prata da casa também tem 13 gols, mas em 19 partidas(foto: Fotos: Bruno Cantini/Atlético)
Com 13 gols em 28 jogos na temporada e há 10 sem marcar, Ricardo Oliveira viu seu reserva Alerrandro ganhar prestígio com o técnico e com a torcida. O prata da casa também tem 13 gols, mas em 19 partidas (foto: Fotos: Bruno Cantini/Atlético)
 

Ao longo de seus 19 anos de carreira, o atacante Ricardo Oliveira poucas vezes se sentou no banco de reservas de uma equipe que defendeu. Com prestígio no futebol brasileiro, o centroavante de 39 anos – um dos atletas mais experientes da Série A – pode começar o segundo semestre novamente como opção do Atlético para o segundo tempo, a exemplo do que ocorreu no empate por 1 a 1 com o São Paulo, no último jogo antes da parada para a Copa América. Ele terá praticamente uma semana para convencer o técnico Rodrigo Santana de que merece ser titular no clássico com o Cruzeiro, quinta-feira, às 20h, no Mineirão, pelas quartas de final da Copa do Brasil.

Ricardo perdeu espaço para o prata da casa Alerrandro, que convenceu nas partidas em que foi utilizado na Libertadores, Sul-Americana e Brasileiro. O mineiro de Lavras já balançou as redes 13 vezes em 19 jogos na temporada e ganhou prestígio com a torcida. No mesmo período, Ricardo vem amargando seu pior jejum desde que chegou à equipe (são 10 jogos sem marcar). Ele fez 13 gols em 28 jogos no ano.

Satisfeito com o desempenho dos dois centroavantes, Rodrigo Santana explica que não abre mão do experiente artilheiro: “Ricardo vinha de alguns jogos consecutivos e optamos para entrar com o Alerrandro contra o São Paulo para aproveitar o bom momento dele. O Ricardo está sendo muito importante para a evolução do Alerrandro. Acredito que se déssemos a titularidade para o Alerrandro de início ele não estaria tão bem preparado. Ele tem a orientação de todos. O Ricardo é um monstro, tem 39 anos, treina muito e tem responsabilidade de liderança sobre o grupo. Quando eu avisei que o Alerrandro entraria contra o São Paulo, o Ricardo entendeu bem. Continuou treinando finalizações. Ele é experiente, sabe do momento em que a bola não entra. Contamos muito com ele”.

Por causa de problemas particulares envolvendo sua família, o camisa 9 foi o último a se apresentar para o período de intertemporada na Cidade do Galo. Ontem, ele não participou da atividade no campo e fez a preparação na academia, procedimento considerado normal pelos preparadores físicos para evitar a sobrecarga de trabalho no período de treinos.

O experiente centroavante terá os jogos-treinos de sábado contra América (no período da manhã) ou Coimbra (à tarde) para mostrar a Rodrigo Santana que poderá começar o jogo contra o Cruzeiro. Uma vantagem do camisa 9 em relação a Alerrandro é a experiência de ter atuado em muitos clássicos na carreira e, por isso, saberia administrar bem a ansiedade e o nervosismo. Contra o Cruzeiro, ele já balançou as redes três vezes em oito confrontos.

LIBERAÇÃO Quinta opção no grupo, o zagueiro Matheus Mancini está de saída do Atlético. O jogador recebeu proposta do Acadêmica, de Portugal, e foi liberado para acertar as bases salariais. Filho do técnico, e hoje coordenador técnico do São Paulo, Vágner Mancini, ele deve ser emprestado por um ano ao time europeu. Depois de passagem pelo Botafogo-SP, o zagueiro foi contratado pelo Galo, mas fez apenas 12 jogos em Minas (não marcou gol).


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