Conteúdo para Assinantes

Continue lendo ilimitado o conteúdo para assinantes do Estado de Minas Digital no seu computador e smartphone.

price

Estado de Minas Digital

de R$ 9,90 por apenas

R$ 1,90

nos 2 primeiros meses

Utilizamos tecnologia e segurança do Google para fazer a assinatura.

Assine agora o Estado de Minas digital por R$ 9,90/mês. Experimente 15 dias grátis >>

Estado de Minas

Estreia para bolivianos, más lembranças para venezuelanos

Jogando pela primeira vez no Mineirão, Bolívia conta com a torcida por Marcelo Moreno. Já a Venezuela quer mudar a escrita de derrotas no Gigante da Pampulha


postado em 22/06/2019 04:08

Acostumado a jogar no Mineirão, o ex-cruzeirense Marcelo Moreno conta com o apoio da torcida celeste(foto: Alexandre Guzanshe/EM/D.A Press)
Acostumado a jogar no Mineirão, o ex-cruzeirense Marcelo Moreno conta com o apoio da torcida celeste (foto: Alexandre Guzanshe/EM/D.A Press)


No momento em que as atenções estarão voltadas para o duelo entre Brasil e Peru, em São Paulo, que vale a liderança do Grupo A da Copa América, Bolívia e Venezuela entram em campo, às 16h, no Mineirão, para a partida que pode ter o menor público do torneio até agora. Apesar de o Comitê Organizador Local (COL) não divulgar parcial, a baixa procura e pouca movimentação na capital indicam um duelo de arquibancadas vazias.

A Bolívia vai jogar no Mineirão pela primeira vez na história, mas a partida terá gosto de reencontro para o atacante Marcelo Moreno, autor do único gol boliviano na competição até agora. Ex-atacante do Cruzeiro, Moreno disse ontem que quer usar uma camiseta do time celeste por baixo do uniforme boliviano e disse estar motivado pelo retorno a Belo Horizonte.

“Para mim é uma alegria estar aqui, me sinto em casa, os torcedores me recebem bem, abrem as portas para eu poder jogar meu futebol, mostrar meu talento”, disse Moreno. “Amanhã vai ser especial reencontrar com o torcedor do Cruzeiro, aqueles que vierem. Vamos tentar fazer o que sempre fiz no Mineirão, que são os gols”, garantiu.

A Bolívia é o pior time até agora na Copa América e tem chances remotas de classificação. A equipe do técnico Eduardo Villegas perdeu para o Brasil, por 3 a 0, e Peru, por 3 a 1. As atuações geraram críticas do próprio presidente da federação local, César Salinas, que cobrou comprometimento dos jogadores. Villegas esquivou-se. “Infelizmente, não posso responder a essa pergunta. Respeito muito as pessoas, acho que o que tiver de ser dito, tem que ser dito pessoalmente. Depois da Copa América, vamos falar sobre esse assunto.”

Já os venezuelanos vivem um bom momento no futebol. O país foi vice-campeão mundial Sub-20 e vem de um empate satisfatório com a Seleção Brasileira em Salvador. A Venezuela já jogou duas vezes no Mineirão. Em 1975, pela Copa América, foi goleada pelo Brasil por 6 a 0. Em 1993, pelas Eliminatórias Sul-Americanas, nova goleada brasileira por 4 a 0.

Depois de um time consistente na defesa contra o Brasil, o técnico Rafael Dudamel pensa em como montar a equipe mais ofensiva para buscar a vitória e selar a classificação. “Temos que ver em que momento vamos conseguir verticalidade, precisamos ser inteligentes e pacientes, mas intensos. Sempre reforçamos nosso funcionamento coletivo. Temos jogadores de capacidade técnica enorme para fazer isso.”

Dudamel não confirmou escalação. A dúvida é pela utilização do zagueiro Mikel Villanueva, que jogou com febre com o Brasil e tem suspeita de dengue. Segundo Victor Gómez, chefe de imprensa venezuelano, ainda não há confirmação e eles aguardam o resultado de exame.

Com dois empates, a Venezuela está em terceiro no Grupo A, com dois pontos.
 
 


Publicidade