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Estado de Minas

Capital da bola

Num só dia, jogadores de Argentina, Uruguai, Paraguai e Equador transformam BH no mais fervilhante polo da Copa América, reunindo legião de fãs mineiros e estrangeiros


postado em 18/06/2019 04:07

O Uruguai, de Cavani, se despediu esbanjando simpatia(foto: TWITTER/URUGUAI)
O Uruguai, de Cavani, se despediu esbanjando simpatia (foto: TWITTER/URUGUAI)


Belo Horizonte não sediará a decisão e só tem chance de receber a Seleção Brasileira nas semifinais da Copa América de 2019. Porém, a cidade se tornou a ‘capital americana do futebol’ ontem, quando nada menos que quatro seleções estiveram aqui: Uruguai e Equador se despedindo, Argentina treinando, e Paraguai chegando. Essas equipes reúnem algumas das maiores estrelas do esporte mundial. O principal deles, sem dúvida, é o argentino Messi, eleito cinco vezes o melhor jogador do mundo (2009, 2010, 2011, 2012 e 2015). La Pulga é a maior atração do torneio, principalmente depois que Neymar foi cortado da Seleção Brasileira por causa de contusão no tornozelo direito.

Desde a noite de domingo, quando a delegação dos hermanos desembarcou em BH, muita gente se aglomera na porta do hotel que abriga a Albiceleste, na Região Centro-Sul. Ontem pela manhã não foi diferente, com gente desde antes das 7h esperando para tentar ao menos tirar uma foto do camisa 10. Tímido como sempre, o jogador se limitou a acenar aos torcedores quando entrava no ônibus para ir ao treino fechado no Estádio Independência, frustrando alguns.

Além dele, jogadores como os atacantes Agüero, do Manchester City, e Lautaro Martínez (Internazionale de Milão), o armador Di María (Paris Saint-Germain) e o zagueiro Otamendi (ex-Atlético, atualmente no Manchester City) têm currículos recheados de conquistas. Eles ajudam a tornar o jogo contra o Paraguai, amanhã, pela segunda rodada do Grupo B, um dos mais procurados da Copa América. E também dos mais tensos, pois os argentinos estrearam perdendo para a Colômbia, em Salvador, por 2 a 0.

Pelo lado paraguaio, que aterrissou no fim da tarde em Belo Horizonte, depois de ceder empate por 2 a 2 ao Catar, no Maracanã, os nomes não são tão badalados. Porém, há bons jogadores, como o zagueiro Balbuena, campeão brasileiro pelo Corinthians em 2017 e que atualmente defende o inglês West Ham, os armadores Almirón (Newcastle-ING) e Óscar Romero (Shanghai Shenhua-CHI), este irmão do corintiano Angel Romero, e o goleiro Gatito Fernández, do Botafogo.

ASSÉDIO Se argentinos e paraguaios chegam, uruguaios e equatorianos se despediram da capital mineira. E de formas diferentes.

Contando com jogadores como os atacantes Cavani e Suárez, que defendem Paris Saint-Germain e Barcelona, respectivamente, que encantaram a todos com gols, toques de genialidade e também pela cordialidade com que trataram os fãs, o Uruguai embarcou rumo a Porto Alegre, onde enfrenta o Japão, com muito apoio dos torcedores.

Contribui para isso não só a qualidade técnica dos Charrúas, que têm ainda atletas como o goleiro Muslera, do Galatasaray-TUR, e o zagueiro Godín, do Atlético de Madrid, mas também a simpatia com que trataram a todos. Prova disso é que, ao deixarem o hotel na Região Nordeste de BH, deram autógrafos e tiraram fotos, embalados pela estreia com goleada por 4 a 0 sobre os equatorianos, que, por sua vez, embarcaram sem muito assédio às 16h para Salvador, onde enfrentarão o Chile – o jogador mais conhecido do Equador é Antonio Valencia, multicampeão pelo Manchester City.


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