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Estado de Minas

Michel Bastos ainda sem data para estrear


postado em 29/05/2019 04:06

Michel Bastos ainda se recupera de contusão na coxa esquerda, mas Willian Maranhão está pronto para fazer sua primeira partida pelo time do Coelho(foto: Fotos: Mourão Panda/América)
Michel Bastos ainda se recupera de contusão na coxa esquerda, mas Willian Maranhão está pronto para fazer sua primeira partida pelo time do Coelho (foto: Fotos: Mourão Panda/América)
 
 
Ivan Drummond

O número de reforços do América neste ano chegou a 15 com as apresentações oficiais, ontem, de Michel Bastos e Willian Maranhão. Foram nove no início do ano e seis para a Série B do Campeonato Brasileiro. Não está definido ainda quando serão as estreias dos dois. O primeiro está parado há cinco meses e diz que ainda precisa recuperar a forma física. Já o segundo estava em atividade no Vasco e afirma estar pronto para jogar.

Para Michel Bastos, retornar ao Coelho é um momento de felicidade. Sua primeira passagem pelo clube foi há 18 anos, quando disputou o Torneio de Terborg, na Holanda, pelo clube mineiro. Ele demonstra carinho especial pelo alviverde. “Devo muito ao América. Joguei emprestado, só aquele torneio. E foi o que me abriu as portas da Europa. Fui contratado pelo Feyenoord. Depois, passei pelo Excelsior e fui para o Lyon. Foram oito anos de França. Tenho, inclusive, nacionalidade francesa. Meus filhos, Lucas, de 12 anos, e Valentina, de 6, são franceses. Eu e minha esposa, Letícia, temos dupla nacionalidade. Voltar ao América, confesso que não era projeto, mas sempre pensei nisso. Por isso, estou muito feliz. Se cheguei onde cheguei, devo ao América.”

Na chegada ao Lanna Drumond, uma surpresa para Michel Bastos. Na hora de assinar contrato, ontem, o presidente Marcus Salum lhe entregou três revistas do Torneio de Terborg e, numa delas, na capa, a foto dele com o holandês Van Persie, então no PSV, caído. Os dois lado a lado.

Ele conta que sua carreira esteve por um fio: “Cheguei a pensar em parar, mas minha mulher me convenceu que não deveria ainda. Foi quando surgiu o convite do América. Fiquei muito feliz, em especial pelo projeto de voltar à Série A. O clube está em situação difícil, mas há tempo para recuperar e para alcançar o principal objetivo, voltar à Série A”.

Michel Bastos ainda não sabe em qual posição jogará: “Tenho a vantagem de ser um jogador versátil. Posso atuar na lateral esquerda, posição em que disputei a Copa do Mundo da África do Sul, em 2010, de armador e de atacante. Já conversei com o Barbieri e falei minha preferência, mas ele é livre para definir”.

O ex-jogador da Seleção Brasileira disputou o último Brasileiro pelo Sport, emprestado pelo Palmeiras. Ao  fim do contrato, não houve interesse de nenhum dos dois clubes na renovação. Sem equipe, ele ainda sofreu uma contusão no adutor da coxa esquerda. “Esse é um dos motivos pelos quais não é aconselhável jogar agora. Preciso me recuperar por completo.”

Novo volante Já Willian Maranhão, que trocou o Vasco pelo América, diz que pensou no projeto que lhe foi proposto pelo Coelho para optar pela troca de um time da Série A por um da B. Também pesou a atual situação do time carioca. “Pesquisei muito. Conversei com o Danilo Barcelos, que jogou aqui. Ele só falou bem do clube. Além disso, no Vasco, nada ia bem. Eram muitos jogadores e o clube atravessa um momento muito conturbado.”

A contratação de Maranhão foi indicação do técnico Maurício Barbieri. “Nunca fui jogador dele, mas o enfrentei uma vez, num Flamengo e Vasco. Ele gostou. Espero corresponder às expectativas”, conta o volante, que afirma ter como principais características a marcação e a qualidade de passe, além de gostar de chegar à frente e tentar chutes de longa distância.



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