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Cruzeiro precisa secar rivais e vencer seus jogos

Depois de empatar os dois clássicos, Raposa torce por igualdade entre Atlético e América e precisa ganhar seus jogos para conseguir a vantagem


postado em 20/02/2019 05:04

Fábio sabe das dificuldades de jogar no interior, mas o Cruzeiro precisa da vitória sobre a URT para continuar com boas chances de terminar na liderança(foto: Leandro Couri/EM/D.A Press - 22/11/18)
Fábio sabe das dificuldades de jogar no interior, mas o Cruzeiro precisa da vitória sobre a URT para continuar com boas chances de terminar na liderança (foto: Leandro Couri/EM/D.A Press - 22/11/18)



O primeiro objetivo de 2019, que é terminar a fase inicial do Campeonato Mineiro na liderança, não depende mais do Cruzeiro. Sem vencer nenhum dos dois clássicos na atual edição, a Raposa precisará torcer por outros resultados, além de vencer os próprios jogos, para terminar em primeiro lugar e, assim, ter vantagem de fazer as partidas de volta das semifinais e final em casa e jogar por dois empates ou por vitória e derrota pela mesma diferença de gols no mata-mata.

O desejo dos cruzeirenses se justifica. No ano passado, por exemplo, a equipe se sagrou campeã tendo perdido o primeiro jogo da decisão, contra o Atlético, por 3 a 1 e vencido o segundo por 2 a 0.

A diferença é que na edição passada o Cruzeiro venceu os dois maiores rivais na primeira fase – fez 1 a 0 tanto no América quanto no Atlético. Neste Estadual, vem de empates sem gols como Coelho, no Independência, e ficou no 1 a 1 com o Galo, no Mineirão.

Agora, depende de outros resultados. O caminho mais fácil seria torcer por um empate no clássico entre Atlético e América, marcado para 17 de março, no Horto, com mando alvinegro. Como está um ponto atrás do maior rival, empatado com o decacampeão, se isso ocorrer, bastará vencer os quatro jogos que faltam que terminará em primeiro.

O próximo compromisso será contra a URT, domingo, às 19h, em Patos de Minas, pela oitava rodada. “Teremos uma nova oportunidade de mostrar um bom futebol contra a URT, sabemos das dificuldades impostas pelo adversário e pelo gramado, mas temos condições de superar isso e nos preparar bem para o jogo da Copa Libertadores. Todos nós já vivenciamos as dificuldades de jogar no interior, ainda mais contra a URT”, afirma o goleiro Fábio, referindo-se à estreia na competição continental, em 7 de março, em Buenos Aires, contra o Huracán.

Para ele, o fato de a equipe não depender mais só de si para ser primeiro na fase de classificação do Mineiro não vai influenciar na disputa da Libertadores, que é a prioridade nesta temporada. “A equipe vem trabalhando bem desde o princípio da temporada, mesmo com a chegada de alguns jogadores depois do término da pré-temporada. Estou tranquilo porque o (técnico) Mano Menezes já vem trabalhando com o grupo há alguns dias, conhece muito bem o grupo que tem nas mãos, não tem dúvida com relação ao que ele vai fazer para esta estreia na Libertadores”, declara.

DEFINIÇÃO
Como ontem os titulares contra o América fizeram treino regenerativo, o treinador começará hoje a definir o time que começará jogando em Patos de Minas. A maior dúvida é quanto ao substituto do zagueiro Dedé, que está suspenso na Libertadores e ficará fora do jogo de domingo para que quem o substitua na Argentina ganhe ritmo. Murilo larga na frente e quem for escolhido para atuar no interior mineiro estará em campo também no compromisso na capital argentina.


Sangue novo no grupo


A reapresentação dos jogadores do Cruzeiro, na manhã de ontem, teve como novidade a presença de dois pratas da casa: o armador Michel, de 19 anos, e o atacante Vinícius Popó, de 17. Ambos passaram a treinar com os profissionais, podendo ser requisitados pela equipe Sub-20.

Vinícius Popó sobe respaldado pelo desempenho extraordinário nas categorias de base: são 127 gols em 163 jogos. “Dia muito especial na minha vida e na minha carreira. Fui integrado ao elenco profissional do Cruzeiro, um sonho de criança, mais uma meta alcançada. Primeiramente, agradeço a Deus e aos meus familiares. Agradeço também ao pessoal que cuida da minha carreira, ao clube, por todo o suporte, e a todos pela recepção. Agora é seguir trabalhando, pra evoluir a cada dia e estar preparado para quando precisarem de mim”, escreveu ele, que completará 18 anos na segunda-feira. “É o melhor presente da minha vida receber a oportunidade de chegar ao profissional. É um presente para minha família também. Meu pai também sonhou em ser jogador e hoje estou realizando esse sonho que nós dois tivemos.”

Michel também comemora. “Minha família é toda cruzeirense e todo menino tem o sonho de jogar no Cruzeiro. Deus vem me dando esta oportunidade e só tenho a agradecer à comissão técnica por esta chance. É um passo a mais na carreira”, disse.

Ambos sabem, porém, que o caminho para o sucesso é longo e difícil. Muitos atletas que subiram para o profissional não conseguiram se firmar, como o armador Alex, o lateral Victor Luís e o atacante Marcelo.

 

 


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