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Estado de Minas BELO HORIZONTE

Bolsonaro: 'Foi só eu sair que veio aborto, maconha. Impressionante'

Bolsonaro desembarcou em Confins na manhã desta sexta-feira (6/10). O ex-presidente cumpre agendas em BH ao lado de correligionários


06/10/2023 11:48 - atualizado 06/10/2023 11:56
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O ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) desembarcou no aeroporto de Confins nesta sexta-feira (6/10), onde cumpre agendas com lideranças políticas durante todo o fim de semana. Pela terceira vez em Minas Gerais desde que perdeu as eleições em 2022, ele voltou a falar da sua visão sobre os rumos que o país tem tomado.

“É impressionante. Eu sai da presidência e veio maconha, aborto, propriedade privada, marco temporal, parece que estava tudo represado”, disse Bolsonaro, lembrando que no domingo (8/10), ele participa de uma marcha da “vida contra o aborto”, organizada por seus aliados em Minas.

Bolsonaro foi recepcionado pelos deputados federais Nikolas Ferreira (PL-MG) e Domingos Sávio (PL-MG), presidente estadual do Partido Liberal, além da presença do deputado estadual e pré-candidato à prefeitura de Belo Horizonte, Bruno Engler (PL). “Pretendemos lançar candidaturas para pelo menos metade dos municípios, não é fácil. Vamos colaborar. O que fizermos ano que vem é um grande sinalizador do que acontece em 2026”, afirma.

No desembarque, o ex-presidente conversou com a imprensa e tirou fotos com apoiadores.

Ainda hoje, Bolsonaro participa de um culto na Igreja Graça e Paz do pastor Edésio de Oliveira, pai do aliado e deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG). Já no sábado (7/10) ocorre um evento do PL Mulher com a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro (PL), além de um possível café com o governador Romeu Zema (Novo).
JAIR BOLSONARO, BRUNO ENGLER, NIKOLAS FERREIRA
Bolsonaro reclamou da votação de pautas caras ao bolsonarismo no STF (foto: Leandro Couri/EM/D.A Press)

Bolsonaro e os aliados têm promovido uma cruzada contra o Supremo Tribunal Federal (STF), que recentemente pautou julgamentos caros para o bolsonarismo. Com destaque para as matérias ideológicas, os parlamentares reclamam dos julgamentos de descriminalização do aborto e da maconha.

Já o braço alinhado ao agronegócio protesta contra a rejeição da tese do marco temporal das terras indígenas, que limitava a demarcação de terras para a data em que os povos ocupavam um território na data da promulgação da constituição de 1988. Em resposta ao julgamento, o Senado chegou a aprovar um Projeto de Lei (PL) que criava o marco, mesmo com a negativa dos magistrados.


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