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Estado de Minas GOIÂNIA

Em Goiânia, Bolsonaro repete ser 'o ex mais amado do Brasil'

O encontro com o ex-presidente foi anunciado pelo deputado bolsonarista Gustavo Gayer. Bolsonaro foi a Goiânia para realizar um tratamento odontológico


15/07/2023 12:45 - atualizado 15/07/2023 13:05
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Ex-presidente Jair Bolsonaro (PL)
Bolsonaro discursa para multidão em Goiânia (foto: Isac Nóbrega/PR)
Um encontro convocado pelas redes sociais nesta sexta-feira (14/7) reuniu uma multidão em Goiânia, para celebrar a presença do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). No ato, Bolsonaro saudou apoiadores, discursou em um palco improvisado e repetiu seu lema de ser o "ex mais amado do Brasil". Essa frase costuma ser dita por ele, que perdeu a eleição para o presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva (PT).  
 
 Ao lado do ex-presidente, estavam aliados como o deputado federal Gustavo Gayer (PL-GO). Bolsonaro foi a Goiânia para realizar um tratamento odontológico. A confraternização convocada por apoiadores de Bolsonaro ocorreu à noite, quando o político do PL terminou as consultas médicas. 

Além dos exames odontológicos e do ato organizado por apoiadores, Bolsonaro almoçou com o governador de Goiás, Ronaldo Caiado (União), no Palácio das Esmeraldas, residência oficial do governo. No encontro, também participaram o deputado federal Professor Alcides (PL-GO) e o ex-deputado federal Major Vitor Hugo (PL-GO). 



Inelegibilidade e investigações


Após o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) o tornar, em 30 de junho, inelegível por abuso de poder político, Jair Bolsonaro tem feito aparições que reforçam sua popularidade. No dia 8 de julho, o ex-presidente esteve em Taguatinga para renovar sua Carteira Nacional de Habilitação (CNH) e tirou fotos com apoiadores. 

Na ocasião, o ex-presidente disse que "ninguém" gostava dele. "Nós gostamos", afirmou uma apoiadora. 


Na corte judicial, Bolsonaro é alvo de cinco apurações, sendo que quatro foram abertas enquanto ele presidia o país (2019/2022), enquanto uma investigação procura saber o suposto envolvimento como instigador dos ataques de seus apoiadores à sede dos Três Poderes, em 8 de janeiro em Brasília.

Em um caso, Bolsonaro foi acusado de impedir que a atuação da polícia para apurar familiares suspeitos de corrupção. Há uma investigação sobre o vazamento de informações confidenciais em uma investigação policial sobre um ataque cibernético à Justiça Eleitoral e por declarações sobre a pandemia de covid-19, quando associou a vacina a um suposto risco de contrair HIV.
 

Na PF, Bolsonaro é investigado no caso das joias doadas pela Arábia Saudita e na possível participação na falsificação de certificados de vacinação contra a covid-19. 


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