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Estado de Minas COVID-19

Lula destaca vacinação e critica gestão da pandemia no governo Bolsonaro

Presidente reforçou que o fim da emergência global de saúde não significa o fim da pandemia e que Brasileiros devem procurar a dose de reforço


05/05/2023 17:10 - atualizado 05/05/2023 17:18

Lula
Lula lamentou a marca de mais de 700 mil mortes (foto: Ricardo Stuckert/PR)
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) comentou que o fim da emergência sanitária pela Covid-19, nesta sexta-feira (5/5), não significa que a pandemia acabou e reforçou a importância de ter  esquema vacinal completo. O petista lamentou as mais de 700 mil mortes pelo vírus no Brasil e atribuiu, pelo menos, a metade delas à gestão do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).

“Depois de 3 anos, hoje finalmente podemos dizer que saímos da emergência sanitária pela Covid-19. Infelizmente, o Brasil passou da marca de 700 mil mortos pelo vírus. E acredito que ao menos metade das vidas poderiam ter sido salvas se não tivéssemos um governo negacionista”, disse Lula.

O mandatário da República também lembrou o incentivo ao uso de remédios sem comprovação científica no enfrentamento ao vírus. “Vidas perdidas pela negação da ciência. Por um governo que não comprou vacinas logo quando foram ofertadas ao país”, continuou.



Apesar da Organização Mundial da Saúde (OMS) anunciar que a Covid-19 não é mais uma emergência de saúde pública de importância internacional - o alerta mais alto -, a autoridade ainda reforça que a doença causa mortes e que há riscos de novas variantes. A OMS estima que mais de 15 milhões de pessoas morreram.

Lula fez um apelo para que as pessoas procurem tomar suas doses de reforço e afirmou que o governo federal irá incentivar a saúde, a ciência e a pesquisa no país, atuando “para preservar vidas”. 


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