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Estado de Minas COMPRAS INTERNACIONAIS

Governo Lula não vai mais taxar importações de até US$ 50

Anúncio foi feito pelo ministro da fazenda, Fernando Haddad, que destacou o pedido de Lula para que a pasta resolva o problema de fraude de outra maneira


18/04/2023 13:18 - atualizado 18/04/2023 13:35

Lula e Haddad
Lula determinou que o ministério da Fazenda resolva o problema administrativamente, sem alterar a legislação (foto: Ricardo Stuckert/Reprodução)

O ministro da Fazenda, Fernando Haddad (PT), afirmou que o governo recuou na proposta de tributar transações entre pessoas físicas de até US$ 50 (R$ 248). A ideia da pasta era coibir fraudes fiscais de importações em plataformas onde as empresas de comércio eletrônico colocavam indevidamente o nome de pessoas físicas como remetentes, com o intuito de escapar das “taxas” que pagaria enquanto pessoa jurídica.


Em entrevista, na manhã desta terça-feira (18/4), Haddad destacou que o governo vai manter a isenção de pessoa física para pessoa física. “A intenção de coibir a fraude permanece, sem alteração da legislação atual. Como vamos resolver isso? Administrativamente. O presidente determinou que a gente resolva administrativamente”, disse.


A prática fraudulenta foi denominada por setores do varejo brasileiro como “contrabando digital”, destacando que a competição com as empresas estrangeiras estaria se tornando desleal. 


Assim, empresas nacionais pressionam o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) para que ponha fim na ilegalidade dessas importações, no entanto, as medidas anunciadas causaram o descontentamento de parte do eleitorado do petista. A oposição também usava a taxação como forma de atacar o governo.


Haddad ainda disse que a pasta já está verificando práticas internacionais para dificultar a fraude. “Esse é o grande problema, em especial de uma empresa. Mas nós já recebemos manifestação de apoio da Shopee, que é um grande portal, da Aliexpress, de toda a rede varejista brasileira. Todo mundo dizendo que a Fazenda tem que perseguir o objetivo de impedir a concorrência desleal”, completa.




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