
Eles serão ouvidos de forma presencial, em Brasília, na Academia Nacional de Polícia. Na lista, estão o general que estava à frente do Comando Militar do Planalto, Gustavo Dutra de Menezes, e o que chefiou o Batalhão da Guarda Presidencial, Jorge da Horta.
Em março, a Procuradoria-Geral da República (PGR) abriu uma investigação contra militares das Forças Armadas por suposto envolvimento nos atos antidemocráticos. A eventual responsabilidade do Gabinete de Segurança Institucional (GSI) nas falhas que permitiram que os criminosos invadissem o Palácio do Planalto também será investigada.
Em 16 de março, o ex-comandante de Operações da Polícia Militar do Distrito Federal, coronel Jorge Eduardo Naime afirmou que o Exército tentou impedir a prisão de manifestantes que participaram dos ataques criminosos. A declaração foi dada durante sessão da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) dos Atos Antidemocráticos da Câmara Legislativa do Distrito Federal.
O coronel afirmou ainda que foi feita uma barreira com militares do Exército para impedir a prisão de suspeitos que participaram dos atos e que estavam instalados no “QG bolsonarista” em frente ao Quartel-General do Exército.
