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Estado de Minas OPERAÇÃO SEQUAZ

Rosângela Moro sobre ameaças: 'Amanhã podem ser vocês ou seus filhos'

Entre os alvos dos criminosos estava o senador Sérgio Moro (União Brasil), marido da deputada Rosângela Moro, que agradeceu ação da Polícia Federal


22/03/2023 14:19 - atualizado 22/03/2023 14:30

Rosângela Moro e Sergio Moro
Rosângela disse que ira trabalhar em leis mais duras para combater o crime organizado (foto: Sergio Lima/AFP)
A deputada federal Rosângela Moro (União Brasil) agradeceu o trabalho dos policiais federais e outros agentes envolvidos na “Operação Sequaz”, que nesta quarta-feira (22/3), trabalham para desmantelar um plano de assassinato de políticos e autoridades, entre eles o seu marido, senador Sergio Moro (União Brasil).

Pelas redes sociais a deputada disse que enquanto esposa e mãe está aliviada, mas como deputada se sente fortalecida para trabalhar em leis mais duras para combater o crime organizado e para que as instituições tenham segurança jurídica para agir.

“Retaliações, no crime ou na política, não podem persistir. Hoje somos nós, amanhã podem ser vocês ou seus filhos”, comentou a deputada em outra publicação. Rosângela ainda agradeceu o presidente da câmara dos deputados Arthur Lira (PP-AL).

Os ataques seriam uma forma de retaliação às medidas tomadas por Moro quando ainda era ministro da Justiça e Segurança Pública do governo do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). Na época, Moro transferiu diversos líderes e integrantes da facção Primeiro Comando da Capital (PCC) para presídios federais, espaços de segurança máxima.


Operação Sequaz

A operação da Polícia Federal deflagrada hoje mira uma organização criminosa dissidente do PCC. Pelo menos 120 policiais cumprem 24 mandados de busca e apreensão, sete de prisão preventiva de suspeitos e quatro de prisão temporária nos estados de Mato Grosso do Sul, Rondônia, São Paulo, Paraná e no Distrito Federal.

As investigações apontam que o plano estava sendo arquitetado pelos criminosos desde o ano passado e os ataques aconteceram ao mesmo tempo em diversos estados.

Além do senador Sérgio Moro, segundo o portal Metrópoles, o promotor de Justiça Lincoln Gakiya, do Gaeco, um grupo do Ministério Público de São Paulo especializado no combate ao crime organizado, também era um dos alvos.

*Estagiário sob supervisão 


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