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Estado de Minas Cotidiano

Alckmin diz que R$ 12 bi da PEC da Transição irão para a Educação

Presidente eleito Luiz Inácio Lula da Silva (PT) disse que seu maior compromisso será com a educação


15/12/2022 23:37 - atualizado 15/12/2022 23:39

Geraldo Alckmin (PSB)
PEC da Transição prevê o aumento no teto de gastos de R$ 168 bilhões por dois anos para pagar as parcelas de R$ 600 do Bolsa Família (foto: EVARISTO SA / AFP)
O vice-presidente eleito Geraldo Alckmin (PSB) disse nesta quinta-feira (15) que o novo governo prevê R$ 12 bilhões da PEC da Transição para "melhorar o orçamento da Educação".

 

"Na PEC que está sendo discutida, tem R$ 12 bilhões para melhorar o orçamento da educação. Isso é muito importante. Presidente Lula vai priorizar e ampliar as escolas em tempo integral", falou no evento Pacto pela Aprendizagem.

 

Na terça-feira (13), o presidente eleito Luiz Inácio Lula da Silva (PT) disse que seu maior compromisso será com a educação.

 

Leia mais: Lula e Alckmin são diplomados pelo TSE

 

"A palavra é 'cuidar', não 'governar'. Se em 2003 [eu] tinha um único compromisso: ao final as pessoas estivessem comendo três refeições ao dia eu teria feito a obra da minha vida, agora tenho outro compromisso, no dia da minha posse quero assumir compromisso com a educação básica no país. Escola de tempo integral e qualidade, faremos todo o possível, teremos menos violência e vítimas da rua, as crianças estarão protegidas dentro da escola aprendendo alguma coisa", disse Lula.

 

Aprovada no Senado na semana passada, a PEC da Transição prevê o aumento no teto de gastos de R$ 168 bilhões por dois anos para pagar as parcelas de R$ 600 do Bolsa Família, com adicional de R$ 150 por criança abaixo de seis anos.

 

A proposta aguarda para ser votada na Câmara, mas ainda não conseguiu pela falta de votos necessários para aprovar o texto. Por se tratar de uma PEC, é necessário o apoio de 308 dos 513 deputados, em uma votação de dois turnos.

 

Segundo aliados do relator, as contas feitas até o momento mostram que o texto que saiu do Senado tem apenas 200 votos. Se o texto for alterado, retornará ao Senado para mais uma análise. Caso seja mantido, vai à promulgação.

 

 


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