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Estado de Minas TRANSIÇÃO

Mercadante: grupo de trabalho da Defesa só será montado com o aval de Lula

Até o momento, o grupo de trabalho ainda não foi montado e não tem nenhum membro indicado


17/11/2022 17:18 - atualizado 17/11/2022 18:01

Mercadante da coletiva
Mercadante é coordenador dos grupos temáticos da transição (foto: TV PT/REPRODUÇÃO)
Coordenador dos grupos temáticos da transição, o ex-ministro Aloizio Mercadante (PT) anunciou que o grupo da Defesa Nacional no gabinete de transição só será feito com o aval do presidente eleito Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

Até o momento, o grupo de trabalho ainda não foi montado e não tem nenhum membro indicado.
De acordo com o coordenador dos grupos, a Defesa só será montada pelo próprio presidente eleito quando este voltar ao Brasil, no fim de semana.

“Do GT de defesa, acho que vamos ter uma excelente composição, mas nós só vamos bater o martelo com o presidente. Como o presidente viajou e teve uma agenda muito pesada, com muita coisa acontecendo, nós vamos esperar, não faz diferença nenhuma”, disse Mercadante em coletiva de imprensa. “Pode ter algumas questões institucionais, o lugar das Forças Armadas, a relação com a Constituição, mas isso não é um papel do grupo de trabalho”, afirmou.



Na coletiva, Mercadante destrinchou todo o processo de transição.

“Não queremos trazer para o nosso governo as pendências do governo anterior”, disse. Um dos problemas identificados, segundo o coordenador, é a falta de orçamento para saúde e infraestrutura”, disse.

Ao falar sobre a visão do Brasil no mundo, Mercadante se colocou otimista. "O Brasil pode ser uma grande plataforma de atração de investimentos. Vou lembrar vocês que no governo Lula, o Brasil era o país que mais recebeu investimento direto e vai voltar", afirmou.

O coordenador também lembrou que nos 31 grupos de trabalho, com coordenação, apoio jurídico e análise de execução orçamentária, os integrantes dos grupos são, na maioria, voluntários. 
 
Na transição, cada grupo entregará um relatório preliminar em 30 de novembro, e um segundo em 11 de dezembro, com sugestões de ações para os primeiros 100 dias de governo. 


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