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Estado de Minas SENADO

Sobrinho de Bolsonaro é exonerado do Senado por não aparecer para trabalhar

Léo Índio era auxiliar administrativo júnior e recebia um salário de R$ 5.735,93 para assessorar liderança do Partido Liberal (PL)


01/07/2022 17:39 - atualizado 01/07/2022 18:08

Léo Índio abraça Bolsonaro
Léo Índio é sobrinho do presidente Jair Bolsonaro (PL) (foto: Redes Sociais/Reprodução)
Leonardo Rodrigues de Jesus, o Léo Índio, sobrinho do presidente Jair Bolsonaro (PL), foi exonerado do cargo de assessor da liderança do Partido Liberal (PL) no Senado. A demissão aconteceu depois que o site UOL revelou que ele não aparecia no Senado durante os horários de expediente. 

O cargo de Léo no Senado era de auxiliar administrativo júnior, com salário de R$ 5.735,93. Ele estava lotado nessa função desde dezembro de 2021. Na página da transparência do Senado, a situação dele consta como "desligado".

De acordo com UOL, Léo Índio frequentava pouco o Senado. No entanto, no breve período de trabalho, ele chegou a levar para sua mesa uma caneca com a inscrição "cloroquina".

Leo Índio começou a trabalhar em Brasília após a eleição de Bolsonaro, em 2019, e foi assessor do senador Chico Rodrigues (DEM-RR) até o parlamentar ser flagrado com R$ 30 mil na cueca. 

Antes, Carlos Bolsonaro, filho do presidente, tentou emplacar Léo no Planalto. A ideia era que ele ocupasse algum cargo na Secretaria de Governo da Presidência da República. No entanto, o sobrinho do presidente foi barrado pelo então ministro da pasta, o general da reserva Carlos Alberto dos Santos Cruz.


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