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Estado de Minas SENADO

Prisão de Milton Ribeiro: falta uma assinatura para abertura de CPI do MEC

CPI ganhou fôlego depois da prisão do ex-ministro da Educação Milton Ribeiro. São necessárias 27 assinaturas para viabilizar a criação da comissão


22/06/2022 15:49 - atualizado 22/06/2022 21:33

Fachada do MEC
O objetivo da CPI é investigar as supostas irregularidades do MEC (foto: MEC/REPRODUÇÃO)
O senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP) anunciou nesta quarta-feira (22/6), por meio das redes sociais, que falta apenas uma assinatura para a abertura da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) do MEC.

  
A CPI ganhou fôlego depois da prisão do ex-ministro da Educação Milton Ribeiro. São necessárias 27 assinaturas para viabilizar a criação da comissão.


Marcelo Castro (MDB-PI), presidente da Comissão de Educação, se comprometeu a ser o 27º a assinar o documento. 


O último senador a assinar o documento foi Eduardo Braga (MDB-AM).


 

Já assinaram o documento:


1. Randolfe Rodrigues (Rede-AP)
2. Paulo Paim (PT-RS)
3. Humberto Costa (PT-PE)
4. Renan Calheiros (MDB-AL)
5. Fabiano Contarato (PT-ES)
6. Jorge Kajuru (Podemos-GO)  
7. Zenaide (PROS-RN)
8. Paulo Rocha (PT-PA)
9. Omar Aziz (PSD-AM) 
10. Rogério Carvalho (PT-SE)
11. Reguffe (União-DF)
12. Leila Barros (PDT-DF)
13. Jean Paul Prates (PT-RN)
14. Jaques Wagner (PT-BA)
15. Eliziane Gama (Cidadania-MA)
16. Mara Gabrilli (PSDB-SP)
17. Nilda Gondim (MDB-PB) 
18. Veneziano (MDB-PB)
19. José Serra (PSDB-SP)
20. Tasso Jereissati (PSDB-CE)
21. Cid Gomes (PDT-CE)
22. Alessandro Vieira (PSDB-SE) 
23. Dário Beger (PSB-SC)
24. Simone Tebet (MDB-MS)
25.  Eduardo Braga (MDB-AM).

Preso por corrupção 

Milton Ribeiro foi preso preventivamente nesta quarta-feira (22/6), em Santos, litoral paulista. O mandado da operação “Acesso Pago”, da Polícia Federal, cita crimes de corrupção passiva, prevaricação, advocacia administrativa e tráfico de influência.
 
Milton Ribeiro foi preso nesta quarta-feira (22/6)
O que levou à prisão de Milton Ribeiro (foto: Janey Costa/Arte/EM/D.A press)


A operação mira também grupo de pastores. Ao menos um dos pastores, Gilmar Santos, também foi preso.

Segundo a PF, a operação investiga a prática de tráfico de influência e corrupção para a liberação de recursos públicos do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE), vinculado ao Ministério da Educação (MEC).

Assinado pelo juiz federal Renato Borelli, o ofício determina que Ribeiro seja levado para a Superintendência da Polícia Federal em Brasília.

Milton Ribeiro substituiu Abraham Weintraub no Ministério da Educação no governo de Jair Bolsonaro e permaneceu no cargo de 16 de julho de 2020 a 28 de março de 2022. Em seu lugar entrou Victor Godoy Vieira, atual chefe da pasta.
 
 


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