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Estado de Minas BELO HORIZONTE

Kalil sobre mineração na Serra do Curral: 'Não passou pela prefeitura'

Pré-candidato ao governo mineiro disse, ao podcast 'EM Entrevista', que não teve acesso ao projeto da mineradora Tamisa


23/05/2022 12:43 - atualizado 23/05/2022 14:38

Alexandre Kalil conversa com jornalistas durante o EM Entrevista
Pré-candidato ao governo mineiro foi sabatinado hoje por jornalistas do Estado de Minas (foto: JairAmaral/EM/D.A Press)
O pré-candidato ao governo mineiro Alexandre Kalil (PSD) falou sobre a mineração na Serra do Curral em entrevista exclusiva ao Estado de Minas, nesta segunda-feira (23/5).

 


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Questionado sobre uma eventual responsabilidade enquanto prefeito de Belo Horizonte, Kalil se defendeu. "Isso é canalha, é muito cafajeste. Esse assunto (mineração) não passou na porta da prefeitura. Nunca. Não estava nem autorizado e nem sendo votado no Conselho Estadual de Política Ambiental (Copam)", declarou.

 

O ex-prefeito de Belo Horizonte foi o sabatinado por jornalistas no podcast semanal “EM Entrevista”. A conversa pode ser conferida no Youtube do Portal Uai

 

O pessedista revelou ainda que a briga que tem com a Federação das Indústrias do Estado de Minas Gerais (Fiemg) se deve ao fato de que tentaram fazer a mesma coisa da Serra do Curral com outros empreendimentos, como no bairro Belverede. 

 

"Tenho muita coisa para falar, mas não quero entrar nisso. Tentaram muitas coisas desse nível na prefeitura de Belo Horizonte e não conseguiram porque lá não teve guarida", afirmou.  

 

 

Kalil também foi questionado sobre uma fala da vereadora Duda Salabert (PDT) ao EM Entrevista, no começo do mês. Na ocasião, a parlamentar disse que apresentou um pedido para que a prefeitura de Belo Horizonte judicializasse um projeto na Serra do Curral. 

"Eu vou desmentir ela pela segunda vez. Ela nunca foi tratar dessa mineração comigo na vida. Ela foi tratar sim, com a turma da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), de uma área da Vale do Rio Doce que atingiu os mananciais de Belo Horizonte", afirmou.

 

A entrevista compõe uma série de sabatinas com pré-candidatos ao Palácio Tiradentes e à Presidência da República. Na semana passada, o convidado foi Miguel Corrêa, nome que o PDT pretende levar à disputa estadual. Antes, a bancada recebeu Luiz Felipe d’Avila, presidenciável do Novo.

 

Kalil inicia, hoje, a primeira semana tendo Lula como aliado oficial. O acordo entre eles foi sacramentado na quinta-feira, em reunião que contou com a presença do deputado federal petista Reginaldo Lopes, designado por seu partido para tocar as tratativas com os pessedistas.

 

O parceiro de chapa do ex-prefeito de BH deverá sair, justamente, do PT. Como já mostrou o Estado de Minas, o deputado estadual André Quintão é visto como favorito. Mesmo no PSD, segundo apurou a reportagem nos últimos dias, ele é tido, neste momento, como o principal candidato ao posto de vice. Pesa a favor dele, líder do bloco de oposição a Romeu Zema (Novo) na Assembleia Legislativa, o fato de ser benquisto por Kalil. 

 

André é, ainda, próximo a Agostinho Patrus (PSD), presidente do Parlamento estadual, que abriu mão de ser vice de Kalil para abrir espaço ao PT e, assim, viabilizar a aliança com Lula. Agora, ele já avisou a aliados que quer tentar novo mandato como deputado estadual.

 

A reboque do consenso com a cúpula do PT, Kalil garantiu os apoios de PCdoB e PV. Isso porque os partidos formarão uma federação partidária com os petistas. A Rede Sustentabilidade, em que pese a iminente coalizão com o Psol, também deverá ter boa parte de seus quadros ao lado do candidato do PSD.

Assista a entrevista na íntegra:

 

 

 


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