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Estado de Minas POLÍTICA

Wyllys diz que Tebet finge surpresa com 'caráter fascista' de Bolsonaro

Ex-deputado criticou a senadora, cotada para disputar a Presidência da República em 2022, assim como Bolsonaro


27/12/2021 20:23 - atualizado 27/12/2021 22:32

Jean Wyllys, jornalista e escritor, mora na Espanha, onde faz doutorado em Ciência Política
Jean Wyllys, jornalista e escritor, mora na Espanha, onde faz doutorado em Ciência Política (foto: Reprodução/Facebook Jean Wyllys)
O ex-deputado federal Jean Wyllys (PT-RJ) criticou nesta segunda-feira (27/12) a senadora Simone Tebet (MDB-MS), cotada para disputar a Presidência da República nas eleições de 2022. Tebet tem feito críticas a Jair Bolsonaro (PL), presidente da República, o que foi visto por Wyllys como cinismo, já que o parlamentar vê a reação da senadora como fingimento.

"A senadora Simone Tabet e todos que, como ela, hoje fingem surpresa em relação ao caráter fascista de Bolsonaro são a prova de que o cinismo é tão pernicioso à democracia quanto a mentira deliberada, e de que ambos são expressões da propaganda política mais sórdida", publicou Wyllys nas redes sociais, estendendo a crítica a outras pessoas, sem citar nomes.
 
Nas redes sociais, o MDB se manifestou em defesa da senadora. Uma das publicações foi em resposta a Fernando Haddad (PT), ex-prefeito de São Paulo e candidato à Presidência da República em 2018.
 
"Enquanto o senhor lambia as feridas da derrota sofrida em 2018, a senadora Simone Tebet  enfrentou o governo na CPI da COVID. Fez isso com coragem e apresentando fatos, e não com retórica para animar torcida, como o senhor fez no post abaixo", publicou o partido no Twitter. 

O comentário mais recente de Tebet sobre Bolsonaro, que deve se candidatar à reeleição em 2022, foi feito nesse fim de semana. Ao "Diário de Notícias", jornal de Portugal, a senadora afirmou que Bolsonaro foi o pior presidente do Brasil na história.

"Ninguém podia imaginar uma gestão tão ruim, nem que o presidente Bolsonaro pudesse entrar para a história como o pior presidente da história do Brasil. Ninguém imaginava que ele poderia namorar com o autoritarismo ou ameaçar as instituições democráticas e tentar mudar todo o pensamento de uma geração com o discurso de ódio contra as minorias", disse Tebet ao jornal português.


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