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Estado de Minas SUPREMO

Marcos Rogério ataca inquérito das fake news: 'Não vejo razão'

Investigação foi aberta para investigar notícias fraudulentas, ofensas e ameaças a ministros do Supremo


13/08/2021 17:38 - atualizado 13/08/2021 17:58

Senador Marcos Rogério(foto: Redes Sociais/Reprodução)
Senador Marcos Rogério (foto: Redes Sociais/Reprodução)
O senador governista Marcos Rogério (DEM-RO) lamentou, nesta sexta-feira (13/8), a prisão do ex-deputado e presidente do PTB, Roberto Jefferson. De acordo com ele, é preciso ter “cautela e rigor” ao avaliar os crimes imputados por Jefferson.

“Sobre a prisão do Roberto Jefferson, penso que é preciso ver com cautela e rigor os crimes que lhe estão sendo imputados, que poderiam estar relacionados ao campo da livre expressão de pensamento. Os poderes precisam agir dentro dos limites, respeitando garantias constitucionais”, escreveu nas redes sociais.

Em vídeo, Rogério não pode fazer nenhum juízo de valor. “Não posso deixar de manifestar minha preocupação diante de posturas do STF, principalmente no inquérito das fake news. Não vejo razão pela sua existência”, pontuou.
 
 
 
Mais cedo, o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou a prisão do ex-deputado Roberto Jefferson, presidente do PTB, por ataques à instituições democráticas. Equipes da Polícia Federal fizeram uma busca do acusado nesta sexta-feira para efetuar a prisão preventiva.

Além da reclusão, Moraes determinou busca e apreensão de computadores e celulares para aprofundar as investigações.

De acordo com o despacho do magistrado, Jefferson faz parte de uma milícia digital especializada em atacar o Supremo, seus ministros e demais instituições. As diligências fazem parte de um novo inquérito aberto pelo ministro. No YouTube e nas redes sociais, o ex-deputado aparece empunhando armas e ameaçando os ministros, assim como pregando o fechamento do Supremo. 
 
Moraes é o relator do inquérito das fake news na Corte. A investigação foi aberta em março de 2019, por decisão do então presidente da Corte, ministro Dias Toffoli, para investigar notícias fraudulentas, ofensas e ameaças a ministros do Supremo.  
 
  


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