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Estado de Minas COVID-19

Flávio Bolsonaro comemora: 'Vacinação em massa engrenando'

Filho do presidente da República projeta recuperação econômica caminhando paralelamente ao processo de imunização


26/05/2021 18:39 - atualizado 26/05/2021 19:01

Filho de Jair, Flávio Bolsonaro está no Senado Federal desde 2019(foto: JEFFERSON RUDY/Agência Senado)
Filho de Jair, Flávio Bolsonaro está no Senado Federal desde 2019 (foto: JEFFERSON RUDY/Agência Senado)
O senador Flávio Bolsonaro (sem partido-RJ) usou as redes sociais, nesta quarta-feira (26/5), pra comentar a geração de empregos no Brasil. Ao comemorar números deste ano, o parlamentar disse que o cenário pode melhorar com a “vacinação em massa”.

“Mesmo no auge da segunda onda de COVID, Brasil consegue criar 120 mil novas vagas de emprego. De janeiro a abril, o saldo positivo foi de quase 1 milhão de empregos com carteira assinada. Com a vacinação em massa engrenando, o cenário estará melhor a cada dia!”, exclamou.



O filho “01” do presidente Bolsonaro afirmou que o setor de serviços criou 57.610 postos de trabalho no mês passado. Os números utilizados pelo senador foram divulgados nesta quarta pelo Ministério da Economia.

A postura pró-vacina de Flávio Bolsonaro é inversa ao que seu pai, o presidente Jair Bolsonaro (sem partido), demonstrou durante grande período da pandemia. Em outubro do ano passado, o chefe do poder Executivo federal chegou a garantir que a Coronavac, desenvolvida pelo laboratório chinês SinoVac, não seria adquirida. O imunizante, porém, é uma das principais apostas do país na corrida pela imunização massiva.

Números da vacinação


Segundo o consórcio de imprensa, 21,2 milhões de brasileiros haviam tomado as duas doses de um dos imunizantes antiCOVID-19 até essa terça (25). A injeção inicial já foi aplicada em mais de 42,9 milhões. Conforme os dados, 20,3% dos habitantes do país estão totalmente protegidos.

Senador está sem partido


Ainda nesta quarta, Flávio Bolsonaro anunciou sua desfiliação do Republicanos, legenda que o abrigou após o clã do presidente se desfiliar do PSL. O senador deixou a sigla dirigida por Edir Macedo, da Igreja Universal do Reino de Deus, para aguardar a definição da vida partidária do pai, também sem partido. A ideia é que ele e os filhos rumem a uma mesma agremiação.


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