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Estado de Minas TROCA DE FARPAS

Eduardo Bolsonaro diz que general Santos Cruz parece 'um petista'

Parlamentar saiu em defesa do pai, o presidente da República, após críticas do militar, que já compôs o governo


24/05/2021 19:12 - atualizado 24/05/2021 19:30

Deputado federal saiu em defesa do pai após críticas vindas de miltar(foto: Evaristo Sá/AFP)
Deputado federal saiu em defesa do pai após críticas vindas de miltar (foto: Evaristo Sá/AFP)
O deputado federal Eduardo Bolsonaro (PSL-SP) disparou contra o general da reserva Carlos Santos Cruz, que teceu críticas ao presidente Jair Bolsonaro (sem partido) e a Eduardo Pazuello, militar e ex-ministro da Saúde. O parlamentar comparou Santos Cruz, ex-ministro da Secretaria de Governo, a filiados ao Partido dos Trabalhadores (PT).

O alvo do “03” da família Bolsonaro criticou a participação do chefe do Executivo federal e de Pazuello em uma manifestação no Rio de Janeiro. Sem máscara, a dupla engrossou ato que. em tempos de COVID-19 provocou aglomeração e desrespeitou regras de prevenção As falas de Santos Cruz não passaram sem resposta.

“Esse daí nem parece que é militar. Nunca vi um general com características que mais parecem de um petista”, disse Eduardo, nesta segunda-feira (24/5). 



Mais cedo, o general da reserva afirmou que a postura da dupla Bolsonaro e Pazuello traz malefícios ao país.

“De soldado a general tem que ser as mesmas normas e valores. O presidente e um militar da ativa mergulharem o Exército na política é irresponsável e perigoso. Desrespeitam a instituição. Um mau exemplo, que não pode ser seguido. Péssimo para o Brasil”, sustentou.


A ‘motocada’ de Jair


Jair Bolsonaro é capitão reformado do Exército. Pazuello, por seu turno, ainda está na ativa. Nesse domingo (23), os dois compareceram a um “desfile” de motoqueiros bolsonaristas pelas ruas da capital fluminense.

Sem máscaras, os dois subiram em um carro de som e, desprotegidos, discursaram.

O presidente aproveitou a aglomeração de apoiadores, para mais uma vez, criticar medidas que têm amparo científico para conter a doença viral.

"Desde o começo eu disse que tínhamos dois grandes problemas: o vírus e o desemprego. Muitos governadores e prefeitos simplesmente ignoraram a grande maioria do povo brasileiro, e sem qualquer comprovação científica, decretaram lockdown, confinamento e toque de recolher”.


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