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Estado de Minas INVESTIGAÇÃO

Moraes determina que PF ouça empresas que dispararam mensagens em massa

Magistrado aponta que ações que correm no TSE contra prática podem ter informações relevantes para investigar fake news e ataques contra STF


30/04/2021 11:53

(foto: RosineiCoutinho/SCO/STF)
(foto: RosineiCoutinho/SCO/STF)
O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou que a Polícia Federal realize a oitiva de representantes de empresas acusadas de realizar disparos em massa de mensagens durante as eleições de 2018. A decisão ocorreu no âmbito do inquérito que investiga fake news e ataques contra o Supremo.

Moraes determinou, também, que o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) compartilhe com o Supremo informações de Ações de Investigação Judicial Eleitoral (AIJE) que tramitam na Corte sobre os disparos em massa. De acordo com o magistrado, os fatos são conexos e é necessário entender o "modus operandi" dos crimes.

No despacho, Moraes destaca que a oitiva dos nomes apontados deve ocorrer em até 15 dias. Devem depor: Hans River do Rio Nascimento, ex-funcionário da Kiplix; Marco Aurélio Carvalho, sócio da AM4; Lindolfo Antonio Alves Neto, sócio da Kiplix e daYacows; Flávia Alves, sócia da Kiplix e da Yacows; Peterson Rosa Querino, ex-sócio da APP Mobile Desenvolvimento Multimídia Eirelli; José Como Pereira Filho, titular de 100% das quotas da Quick Mobile; e Rebeca Felix da Silva Ribeiro Alves, ex-funcionária daAM4.

As investigações abertas no TSE podem resultar na cassação da chapa do presidente Jair Bolsonaro e do vice, Hamilton Mourão. Julgamento não tem prazo para ocorrer.


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