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Estado de Minas EX-MINISTRO DA EDUCAÇÃO

MPF pede para Justiça investigar se Decotelli cometeu falsidade ideológica

O ex-ministro deixou o cargo antes mesmo de ser empossado após questionamentos sobre as incongruências em seu currículo


22/09/2020 15:03 - atualizado 22/09/2020 15:22

Decotelli foi ministro por cinco dias(foto: Agência Brasil/Reprodução)
Decotelli foi ministro por cinco dias (foto: Agência Brasil/Reprodução)
O Ministério Público Federal (MPF) pediu que a Justiça Federal investigue se o ex-ministro da Educação Carlos Alberto Decotelli cometeu crime de falsidade ideológica ao incluir no currículo várias informações falsas. Além de fingir ter concluído doutorado, o ex-ministro foi acusado de plagiar sua dissertação de mestrado e mentir que era professor na Fundação Getúlio Vargas (FGV).  


Segundo a PRG, como Decotelli não tem foro privilegiado, a notícia-crime não deve ser analisada pelo STF. "A falsidade noticiada ocorreu, em tese, com o intuito de exercer o cargo de ministro de Estado, estando claro, portanto, o interesse da União", diz o parecer. 

A ministra do STF Rosa Weber, que é responsável pelo caso, seguiu o parecer da PRG e declinou da competência de avaliar o caso. Agora, o processo vai para Seção Judiciária do Distrito Federal.


Entenda

Carlos Decotelli foi nomeado ministro da Educação em março deste ano, após a saída turbulenta do ex-ministro Abraham Weintraub. 

Decotelli deixou o cargo antes mesmo de ser empossado, após questionamentos sobre as incongruências em seu currículo. Ele foi ministro por cinco dias.

*Estagiária sob supervisão da editora Liliane Corrêa
 
 


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