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Estado de Minas É FATO

Confira alguns casos de políticos que contraíram COVID-19

O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) faz parte do rol de políticos que precisaram lidar com os sintomas da COVID-19


postado em 07/07/2020 11:27 / atualizado em 07/07/2020 13:06

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(foto: Flickr)
(foto: Flickr)

Entre algumas coisas que a ciência já atesta sobre o novo coronavírus uma é a capacidade de alto contágio e que não discrimina ninguém, tampouco políticos descrentes, como tem demostrado ser o presidente Jair Bolsonaro, que nesta terça-feira (7)  afirmou ter testado positivo para a COVID-19.

Até aqui, pouco mais de sete meses do primeiro caso de COVID-19   divulgado em Wuhan, na China, estima-se que pelo menos  40 políticos foram contaminados mundo afora ou morreram em decorrência dessa doença que a princípio chamava a atenção por provocar uma pneumonia severa. Agora, outros enfermidades também estão associadas  à COVID-19.

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É o caso do primeiro-ministro do Reino Unido, Boris Johnson. Diagnosticado com COVID-19 em abril e ficou três noites na UTI, após apresentar ‘sintomas persistentes’, como febre e tosse.


Johnson teve uma atitude  inicial desdenhosa   em declarações sobre a pandemia.

 

Juntamente com  o presidente norte- americano, Donald Trump, e com o presidente brasileiro, Jair Bolsonaro, foi um dos líderes mundiais que tratou com incredulidade a ameaça do coronavírus.

Trump e Bolsonaro trataram  a pandemia como uma gripe.  Bolsonaro chegou a dar declarações e tomar atitudes reiteradas de não consideração  sobre a gravidade da pandemia .

Nos EUA, em 26 de fevereiro, Trump se referia ao coronavírus como “uma gripe”, enquanto, no Brasil, Bolsonaro dizia que tudo não passava de “uma fantasia” – isso já em 10 de março, quando havia 4 mil mortos no mundo e 25 pessoas contaminadas no Brasil.

No Brasil, dois prefeitos de capitais se contaminaram coma COVID-19: Bruno Covas (SP) e Arthur Virgílio, ambos do PSDB.

Mortes

Na China, ex-chefe da Comissão de Assuntos Étnicos e Religioso de Wuhan, Wang Xianliang; o ex-prefeito de Huangshi, Yang Xiaobo; e o ex-diretor geral adjunto do Departamento de Assuntos Civis da província de Hube, Wen Zengxian.

Aqui, no Brasil, eleito pelo Partido dos Trabalhadores (PT), Antônio Felícia morreu aos 57 anos, na madrugada do dia 27 de março.


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