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Estado de Minas POLÍTICA

Marcelo Ramos diz que Executivo e Legislativo estão unidos por Previdência


postado em 29/04/2019 23:32

O presidente da Comissão Especial que analisa a reforma da Previdência na Câmara, deputado Marcelo Ramos (PR-AM), afirmou que a reunião do presidente Jair Bolsonaro com o principal grupo atualmente responsável pela condução da reforma da Previdência mostrou que há uma unidade entre o Executivo e o Legislativo para aprovar a proposta.

Nesta noite, Bolsonaro recebeu o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), o ministro da Economia, Paulo Guedes, o relator da proposta, deputado Samuel Moreira (PSDB-SP), além do próprio Ramos para tratar da questão. O deputado Silvio Costa Filho (PRB-PE) também esteve presente.

"Não aprofundamos nada em relação aos trabalhos da comissão. Foi um gesto institucional do presidente Rodrigo Maia de demonstrar que hoje há unidade entre o Executivo e o Legislativo de aprovar a reforma, com os ajustes que o Legislativo acha que precisam ser feitos. É uma sinalização para o país de que o Executivo e o Legislativo estão unidos por superar dificuldades e aprovar uma reforma tão necessária e urgente", disse Ramos ao Broadcast.

De acordo com o deputado, o cronograma de trabalho da comissão especial não chegou a ser discutido efetivamente com o presidente. O colegiado fará uma reunião informal nesta terça-feira, 30, para debater prazos e procedimentos.

Antes do encontro, o grupo de parlamentares esteve com Guedes no ministério da Economia. Na saída, Maia afirmou que havia combinado a reunião com Bolsonaro para mostrar que "a Câmara e o governo vão trabalhar de forma conjunta, harmônica, respeitando a independência entre os poderes".

Esta foi a terceira vez em três dias que Maia esteve com Bolsonaro. No sábado, os dois se encontraram no aniversário do ministro do Tribunal de Contas da União, Walton Alencar Rodrigues, e no domingo se reuniram por cerca de uma hora no Palácio da Alvorada. A reaproximação acontece após uma série de embates públicos entre os dois. No auge das rusgas, Maia chegou a ameaçar deixar a articulação pela reforma da Previdência.

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