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Investigados pela PF escondem dinheiro em covas e até em privadas

Só nos últimos meses, a Polícia Federal encontrou valores estocados das mais variadas - e até pitorescas


postado em 22/12/2018 06:00 / atualizado em 22/12/2018 08:46

(foto: Arte/EM)
(foto: Arte/EM)
O cerco à corrupção se intensificou nos últimos anos, o que resultou em apreensões de milhões de reais desviados dos cofres públicos e fruto de lavagem de dinheiro. Só nos últimos meses, a Polícia Federal encontrou valores estocados das mais variadas – e até pitorescas – formas: em caixas de sapato, enterrado no quintal e até na privada, como ocorreu em Nova Lima, na Região Metropolitana de Belo Horizonte, no mês passado, quando um advogado, com a polícia já espiando pelo buraco da fechadura, resolveu descartar R$ 3 mil em cédulas, o que acabou entupindo o encanamento.

Ao longo dos anos, alguns casos foram emblemáticos: em 2005, na esteira do mensalão, José Adalberto Vieira da Silva, secretário de organização do PT, no Ceará, foi preso no aeroporto de Congonhas com US$ 100 mil na cueca, além de US$ 200 na mala. A prisão serviu para agravar a crise na fragilizada cúpula do PT. Ainda no quesito vestuário, em 2009, foi a vez de Leonardo Prudente, presidente da Câmara Legislativa do Distrito Federal, ser flagrado em vídeo colocando dinheiro nos bolsos e nas meias, durante a Operação Caixa de Pandora, no episódio conhecido como mensalão do DEM.

Mas o caso que chamou a atenção e holofotes do mundo todo, no ano passado, foi a quantia encontrada no apartamento do ex-secretário de governo Geddel Vieira Lima (MDB-BA), em Salvador.

A Polícia Federal demorou 12 horas para fazer a contagem dos R$ 51.030.866,40, em dinheiro vivo, entre células de dólares e reais, na maior apreensão da história da PF.

Geddel está preso na Penitenciária da Papuda, em Brasília, desde setembro de 2017. Em 31 de outubro, ele e o irmão, o deputado Lúcio Vieira Lima (MDB-BA), estiveram no Supremo Tribunal Federal, onde participaram de depoimento no caso do bunker, mas permaneceram em silêncio durante a audiência, que durou 11 minutos. Segundo a denúncia da PGR, de 2010 a 2017, a família Vieira Lima cometeu crimes de ocultação da origem, localização, disposição, movimentação e propriedade das cifras milionárias em dinheiro vivo. Abaixo, algumas apreensões de dinheiro feitas em operações da Polícia Federal, nos últimos dois meses, que chamaram a atenção pela peculiaridade na tentativa de ocultar – e até se livrar –, do dinheiro de corrupção.


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