Publicidade

Estado de Minas POLÍTICA

Onyx confirma que Abraham Weintraub vai ser secretário-executivo da Casa Civil


postado em 03/12/2018 18:55

O ministro extraordinário da transição, Onyx Lorenzoni, confirmou nesta segunda-feira, 3, o nome do economista Abraham Weintraub para a secretaria-executiva da Casa Civil, número dois na hierarquia da pasta e um dos pontos-chave do governo. A informação foi antecipada na semana passada pelo Broadcast, sistema de notícias em tempo real do Grupo Estado.

Abraham acompanhou toda a apresentação feita por Onyx a jornalistas com a estrutura do novo governo - que somará 22 ministérios. De acordo com o ministro, a equipe de Bolsonaro começou a formular a estrutura em setembro do ano passado, sob comando do economista.

No arranjo que está sendo desenhado pela equipe de transição, a ideia é que uma das prioridades da secretaria seja a condução das discussões para apresentar ao Congresso Nacional uma nova proposta de reforma da Previdência.

Esse trabalho já vem sendo desempenhado por Abraham e seu irmão, Arthur Weintraub, responsáveis na transição pelo tema da Previdência.

A Casa Civil, que será ocupada por Onyx, é o órgão de assessoramento direto do presidente da República. Seu titular é considerado um dos ministros mais importantes na Esplanada dos Ministérios.

Na secretaria-executiva, Abraham será não só o substituto imediato de Onyx, mas também será responsável por endereçar questões relevantes para o governo, sejam de cunho econômico ou de outras áreas. O economista também participa das discussões sobre a autonomia do Banco Central.

O futuro ministro da Casa Civil foi justamente quem fez a ponte entre os irmãos Weintraub e Bolsonaro. Onyx conheceu a dupla em um seminário internacional sobre Previdência realizado no Congresso Nacional em março de 2017, quando os parlamentares debatiam a proposta enviada pelo atual presidente Michel Temer.

O hoje ministro da transição gostou das ideias apresentadas pelos irmãos e os apresentou a Bolsonaro, selando a participação de ambos no grupo que deu suporte à campanha do presidente eleito.

Os comentários não representam a opinião do jornal e são de responsabilidade do autor. As mensagens estão sujeitas a moderação prévia antes da publicação

Publicidade