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Estado de Minas

Em reunião com prefeitos, Zema diz que fará de tudo para normalizar situação de municípios

Governador eleito disse ainda que pretende propor medida para fazer com os recursos sejam destinados diretamente às prefeituras, sem intermediação do estado


postado em 09/11/2018 14:51 / atualizado em 09/11/2018 15:57

(foto: Jair Amaral/EM/D.A Press)
(foto: Jair Amaral/EM/D.A Press)

Em encontro com prefeitos, o governador eleito de Minas Gerais, Romeu Zema (Novo) se comprometeu a ouvir os anseios dos municípios. O empresário disse que vai manter encontros regulares com a Associação Mineira de Municípios (AMM) e que fará de tudo para que a situação orçamentária das prefeituras se normalize.


Aplaudido por grande parte dos diretores da AMM, Romeu Zema disse que não vai fazer milagre, mas que deseja, em dois anos, regulamentar os repasses às cidades.


"Ainda não tivemos acesso aos dados (sobre a situação financeira do estado) mas posso trazer isso aqui assim que tivermos. Não posso assumir compromisso sem saber a situação. O mais grave é o funcionalismo. A tragédia está abrangendo gente demais, mas vamos tomar medidas para reverter isso”, disse.

Ainda de acordo com Zema, antes de fazer promessas ele espera que o diagnóstico seja dado. “Não quero assumir nada, ainda não fui inteirado da situação como está. Vou pedir paciência, mas no início do ano fica meu compromisso com vocês”.


Questionado por um prefeito sobre os repasses para 2019, Romeu Zema afirmou: "Sempre fui conservador, vamos prever que tudo vai continuar ruim como está, até que eu possa dizer outra coisa". O governador eleito ainda prometeu uma lei permitindo que os recursos sejam encaminhados diretamente aos municípios, sem necessitar passar pelos cofres estaduais.


O presidente da AMM, Julvan Lacerda, afirmou que não quer lidar com o novo governo com a judicialização com a qual as prefeituras lidaram com Pimentel. "Queremos inovação", afirmou.


Sobre as privatizações, anunciadas por Zema como promessa de campanha, afirmou que “por hora não privatiza nada”.

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