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Estado de Minas

Antes de votar, Mares Guia faz balanço da campanha para o governo de Minas

"A campanha toda custou R$ 78 mil", contabilizou o candidato, aguardando na fila com o filho e os netos


postado em 07/10/2018 10:31 / atualizado em 07/10/2018 11:23

João Batista Mares Guia na fila do local de votação com o filho e os netos(foto: Sidney Lopes/EM/DA Press)
João Batista Mares Guia na fila do local de votação com o filho e os netos (foto: Sidney Lopes/EM/DA Press)
Candidato da Rede ao governo de Minas Gerais, João Batista Mares Guias votou na manhã deste domingo, no Colégio Sagrado Coração de Maria, na Serra, acompanhado pelo filho Thiago e pelos netos Joaquim e Nina. Discreto, ele teve uma votação tranquila. O concorrente entrou na escola e foi direto para a sua seção, a de número 98, da Zona 39.

Ao chegar próximo à seção, Mares Guia fez questão de entrar na fila. “Sou cidadão como todo os demais. Não quero privilégio”. Ao ser reconhecido por um mesário, que se levantou da mesa e foi até ele, insistindo para que passasse à frente, o candidato reafirmou: “Vou continuar na fila. Não uso nem o privilégio pela idade”.

Antes de votar, ainda na fila, o candidato fez um balanço de sua campanha e falou dos números. “A campanha é uma verdadeira maratona, que está terminando hoje. Foram 60 mil quilômetros percorridos. Visitei 170 municípios. Hospedei sempre nos hotéis mais baratos. A campanha toda custou R$ 78 mil. Com certeza foi a mais barata de todas”, ressaltou.

Em seguida, ele analisou as propostas apresentadas. “Nossa campanha possibilitou mostrar uma série de fatos à população. Fico orgulhoso disso. Foi uma campanha de alto nível, elevada, onde, em momento algum, atacamos qualquer outro candidato”.

Mares Guia ressaltou a importância de apresentar propostas na intenção de recuperar o estado e reduzir a desigualdade. “Mostramos de onde viriam os recursos para recuperar o estado, e apresentamos propostas para educação, cultura e esporte. Mostramos também o que fazer para reduzir as desigualdades”.

O candidato voltou a ser enfático quando falou sobre privilégios. “A previdência do servidor público tem que ser resolvida e tratada com respeito. Em primeiro lugar, para que isso aconteça, é preciso acabar com os privilégios no estado. As regalias no setor judiciário têm de ser combatidas”.

A preocupação com a fonte de água em Minas Gerais é, para ele, uma prioridade. "Fizemos um levantamento de cada bacia hidrográfica no Estado. Região por região e muito tem de ser feito. Enfim, mostramos um caminho, que espero, sinceramente, que possa ser seguido”.

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