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Estado de Minas

'Político não tem que ter boquinha limpa, mas mãozinha limpa', diz Kalil

O prefeito de Belo Horizonte foi para o Facebook para comentar as eleições deste ano. Ele critica candidatos ao governo e Bolsonaro


postado em 19/09/2018 19:59 / atualizado em 19/09/2018 20:12

Kalil disse que estava à toa em casa e resolveu fazer transmissão ao vivo no facebook(foto: Reprodução/Facebook)
Kalil disse que estava à toa em casa e resolveu fazer transmissão ao vivo no facebook (foto: Reprodução/Facebook)

O prefeito de Belo Horizonte Alexandre Kalil fez transmissão ao vivo no Facebook na noite desta quarta-feira para comentar sobre as eleições deste ano.

Famoso por usar as redes sociais, Kalil só avisou: “Tô à toa em casa. Vou entrar ao vivo”. Escrachado como o habitual, Kalil disse que não é preciso ter “boquinha limpa” para fazer política, mas “mãozinha limpa”.

“Já que estou nessa merda da política, nós podemos mudar algumas coisa. E não tem que ter boquinha limpa para fazer política. Isso já era. Tem que ter mãozinha limpa”, disse. “É tanto cretino misturado que está difícil de escolher qual é mais”, completou.

Kalil apoia as candidaturas de Carlos Viana (PHS), que concorre ao Senado, e de Ciro Gomes (PDT), candidato à Presidência. Ele comentou que está neutro na disputa pelo governo de Minas e que reforçou a posição depois do debate da TV Alterosa, na terça-feira.

“Todos sabem da minha eleição em BH, vou ficar neutro. O debate de ontem nos coloca mais neutros ainda. Ainda estamos descobrindo quem é o culpado dessa desgraça”, em referência à crise fiscal de Minas e ao PT, do atual governador Fernando Pimentel, e ao PSDB de Antonio Anastasia, que concorrem ao Palácio Tiradentes.

Também fez crítica ao deputado federal Jair Bolsonaro (PSL), que disputa à Presidência e a favor do porte de armas. “Não acho que vamos resolver nada à bala. Respeito todos os candidatos, tanto ao governo de Minas, ao Senado e à presidência da República”, afirma.

Kalil justificou que anda sumido das redes sociais “um pouco por falta de tempo e por causa de saco” e deixou claro que o eleitor não está mandando votar em ninguém porque não é “coronel”.


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