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Estado de Minas

MST invade fazenda de Oscar Maroni, que distribuiu cervejas pela prisão de Lula

Em vídeo que circulou nas redes sociais, ele chegou a falar em recompensa, caso o petista fosse morto na cadeia


postado em 17/04/2018 10:05 / atualizado em 17/04/2018 18:19

Em 2007 ele foi preso acusado de favorecimento à prostituição (foto: Vivi Zanatta / Agência Estado)
Em 2007 ele foi preso acusado de favorecimento à prostituição (foto: Vivi Zanatta / Agência Estado)

Um dia depois de os Sem-Teto (MTST) ocuparem o triplex do Guarujá, que motivou a prisão do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), o Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem-Terra (MST) partiu para uma fazenda do empresário Oscar Maroni.

Ele distribuiu cervejas de graça e usou uma mulher nua para comemorar a prisão, assim que o petista foi detido na Sede da Polícia Federal, em Curitiba. Na “homenageem”, ele colocou bonecos com as fotos da ministra Cármen Lúcia e do juiz Sérgio Moro em uma espécie de altar.

 

O empresário do sexo usou uma mulher nua e distribuiu cerveja para comemorar prisão de Lula(foto: Reprodução Twitter)
O empresário do sexo usou uma mulher nua e distribuiu cerveja para comemorar prisão de Lula (foto: Reprodução Twitter)
Em vídeo que circulou nas redes sociais, ele chegou a falar em recompensa, caso o petista fosse morto na cadeia. Em 2007, Maroni foi preso em um flat na região de Moema, Zona Sul de São Paulo, sob acusação de explorar um prostítbulo e favorecer a prostituição.

 

O MST anunciou a ocupação da propriedade de cerca de 1,7 mil hectares  dono do Bahamas, conhecido como “magnata do sexo”, com o mote “aliciadores não passarão”.

A fazenda Santa Cecília fica em Araçatuba, São Paulo(foto: Divulgação MST)
A fazenda Santa Cecília fica em Araçatuba, São Paulo (foto: Divulgação MST)

A fazenda Santa Cecília fica em Araçatuba, São Paulo. Cerca de 300 integrantes do MST participaram do ato, que seria a quarta invasão do movimento na área do empresário.

Segundo o MST, o local já esteve envolvido em ações trabalhistas.O grupo informou que a ação faz parte da jornada de lutas pela reforma agrária, que lembra os 22 anos do massacre de Carajás. O ato também faz parte do protesto pela "arbitrariedade da prisão de Lula" e de um pedido por agilidade na investigação da execução da vereadora Marielle Franco e do motorista Anderson Gomes.

 

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