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Estado de Minas

Rodrigo Pacheco fala em candidatura independente ao governo de Minas

O peemedebista, que é assediado pelo grupo de Aécio Neves para concorrer na oposição a Pimentel, confirmou que foi convidado a se filiar ao DEM


postado em 17/01/2018 11:12 / atualizado em 17/01/2018 11:47

Pacheco ficou em terceiro lugar na eleição para prefeito de BH(foto: Leandro Couri/EM/D.A Press)
Pacheco ficou em terceiro lugar na eleição para prefeito de BH (foto: Leandro Couri/EM/D.A Press)

Cotado para disputar o governo de Minas em outubro, o deputado federal Rodrigo Pacheco (MDB) confirmou, nesta quarta-feira (17) ter sido convidado a trocar o partido atual pelo DEM, mas não informou se vai aceitar o convite. Ele sinalizou, porém, que, se não conseguir viabilizar uma candidatura pela própria legenda deve procurar um outro caminho.

Pacheco disse trabalhar ainda pela candidatura própria do MDB em Minas, que é “o grande anseio da base do partido”. Segundo o parlamentar, o convite para ingressar nas fileiras do DEM partido do presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia.

“Independentemente de sigla partidária, o fato é que uma futura candidatura, como de resto foi minha vida pública até aqui, será marcada pela independência, não terá padrinho político ou concentração de forças e se constituirá na soma de pessoas e esforços equivalentes, com um único sentido: o de resgatar Minas Gerais das muitas mazelas atuais, a partir de gestão pública planejada, combate ao desperdício do dinheiro público, cumprimento de obrigações, crescimento econômico e estado de bem-estar social. É isso que me move”, afirmou em nota.

Pacheco tem participado de reuniões com o grupo do senador Aécio Neves (PSDB), que tem nele uma das apostas para retomar o governo mineiro, perdido para o PT de Fernando Pimentel. 

Já no PMDB, uma ala capitaneada pela bancada estadual, ligada ao petista, defende a continuidade da aliança com a atual gestão, que tem o vice-governador Antonio Andrade. Já o próprio Andrade, que rompeu publicamente com Pimentel, articula o divórcio do partido com o PT na eleição.

O parlamentar disputou sua primeira eleição majoritária em 2016, quando foi derrotado ainda no primeiro turno. Na segunda etapa do pleito, ele apoiou o candidato do PSDB, João Leite, que acabou perdendo para o prefeito Alexandre Kalil (PHS).

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