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Estado de Minas

Em visita ao Mercado Central, Kalil promete 'não meter o nariz' nas polêmicas

O candidato disse ter ouvido dos comerciantes e dirigentes sobre um projeto de construir mais alguns andares no mercado central, mas disse que isso eles terão de apresentar, fazer audiência pública e ver com a Justiça


postado em 22/08/2016 14:44 / atualizado em 22/08/2016 19:20

(foto: Edesio Ferreira/EM/D.A Press)
(foto: Edesio Ferreira/EM/D.A Press)

O ex-presidente do Atlético Alexandre Kalil (PHS), candidato à prefeitura de BH, se reuniu na manhã desta segunda-feira com a direção do Mercado Central, no Centro da capital, e fez o tradicional corpo a corpo com os lojistas e consumidores. A única proposta que ele disse ter para o local é “não meter o nariz”, sem interferir em nenhuma questão, inclusive na polêmica da venda de animais, que gera constantemente várias manifestações dos defensores dos bichos.

Kalil visitou inclusive o setor dos animais, que tinha vários pássaros em uma mesma gaiola, cachorros e outros bichos, um ambiente sem divisão com outros setores com odor bastante fétido. Questionado se era a favor da venda dos bichos naquelas condições, Kalil disse que é a favor de não intervir. “Se você tem um passarinho que é permitido na gaiola, se ele é permitido na minha casa, ele é permitido na gaiola em qualquer lugar. Você não encontra aqui no mercado um canário chapinha porque é crime. Se uma ararinha pode ficar na gaiola da minha casa ela pode, não podemos interferir em nada”, disse. O candidato comparou a situação ao fechamento de supermercados aos domingos. Disse que ambos “não são assunto da prefeitura”.

Kalil disse ter ouvido dos comerciantes e dirigentes sobre um projeto de construir mais alguns andares no mercado central, mas disse que isso eles terão de apresentar, fazer audiência pública e ver com a Justiça. “Explicamos para eles que não se faz em uma canetada”, disse. Na sua andança pelas lojas, Kalil tomou um cafezinho e comeu queijo. Tirou fotos e brincou com alguns que passavam por ele, ora dizendo que eram cruzeirenses, ora dizendo que eram atleticanos. Alegando estar com problema no estômago, o candidato se recusou a degustar o tradicional abacaxi.

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