O prefeito do município de Desterro de Entre Rios, na região Central do estado, João Batista Azzi (DEM), foi cassado pela Câmara Municipal na tarde de segunda-feira (4). Acusado de usar máquinas da prefeitura para fazer obras em seu sítio, Azzi foi cassado por nove votos a zero. Após a sessão foi empossado o vice-prefeito Antonio Pereira de Morais (PROS).
“Foram duas denúncias envolvendo o prefeito. A primeira por irregularidades durante uma licitação. A segunda sobre o uso de uma retroescavadeira e um caminhão da prefeitura em seu terreno. Em 2014 foi instaurada uma CPI e ela foi concluída no ano passado”, explicou o presidente da Câmara de Desterro de Entre Rios, vereador Waldir Carlos dos Santos (PSDB).
Azzi teria usado a retroescavadeira e um caminhão da prefeitura para fazer obras de paisagismos em seu sítio e furar um buraco para fazer uma lagoa artificial. Nem o prefeito nem seu advogado compareceram na sessão da Câmara. Procurado pela reportagem o prefeito João Azzi não atendeu o celular e a assessoria do gabinete afirmou que não iria se manifestar.
Os vereadores responderam três perguntas durante a sessão que definiu sua cassação. A primeira era se o prefeito, ao usar máquinas do município em seu terreno, agiu de forma ilegal. Todos os nove vereadores votaram que sim. Depois eles responderam se o prefeito foi negligente e se agiu contrariamente aos interesses da cidade. Nessas duas votações sete vereadores responderam que sim e dois se abstiveram.
“Foram duas denúncias envolvendo o prefeito. A primeira por irregularidades durante uma licitação. A segunda sobre o uso de uma retroescavadeira e um caminhão da prefeitura em seu terreno. Em 2014 foi instaurada uma CPI e ela foi concluída no ano passado”, explicou o presidente da Câmara de Desterro de Entre Rios, vereador Waldir Carlos dos Santos (PSDB).
Azzi teria usado a retroescavadeira e um caminhão da prefeitura para fazer obras de paisagismos em seu sítio e furar um buraco para fazer uma lagoa artificial. Nem o prefeito nem seu advogado compareceram na sessão da Câmara. Procurado pela reportagem o prefeito João Azzi não atendeu o celular e a assessoria do gabinete afirmou que não iria se manifestar.
Os vereadores responderam três perguntas durante a sessão que definiu sua cassação. A primeira era se o prefeito, ao usar máquinas do município em seu terreno, agiu de forma ilegal. Todos os nove vereadores votaram que sim. Depois eles responderam se o prefeito foi negligente e se agiu contrariamente aos interesses da cidade. Nessas duas votações sete vereadores responderam que sim e dois se abstiveram.