
Em entrevista ao Jornal Estado de Minas, em junho de 2011, Rachel lembrou o episódio e afirmou que o gesto não teve conotação política, mas atitude de criança. Ela contou que, com apenas cinco anos, não tinha noção do que os militares representavam. “Sou de uma época que criança era só criança e se preocupava mais em brincar e se divertir”, contou em entrevista.
O episódio aconteceu durante um almoço no Palácio da Liberdade, quando João Batista Figueiredo esteve na capital mineira para o lançamento do carro a álcool. O pai de Rachel, que trabalhava no Departamento de Estradas e Rodagens (DER), foi um dos convidados para almoçar com o presidente e levou a família para o evento.
Com informações de Marcelo da Fonseca
