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Estado de Minas

Com rede de insatisfeitos, Marina tenta acalmar apoiadores

Entre integrantes da Rede o clima ainda é de %u201Cabsorver%u201D a coligação com o partido socialista, que deixou a base aliada do governo federal há duas semanas


postado em 08/10/2013 06:00 / atualizado em 08/10/2013 07:12

Dois dias depois do anúncio da aliança com o PSB, do governador de Pernambuco, Eduardo Campos, e de ter divulgado um vídeo para se explicar à militância da Rede Sustentabilidade, Marina Silva tenta acalmar os apoiadores, irritados e insatisfeitos com a decisão da ex-senadora. Entre integrantes da Rede o clima ainda é de “absorver” a coligação com o partido socialista, que deixou a base aliada do governo federal há duas semanas.

Às 20h30 de ontem, a gravação de Marina se justificando, divulgada em um site de vídeos no sábado, tinha sido visualizada por 49 mil pessoas. Enquanto parte dos apoiadores demonstrava compreensão pela conduta da líder, outros não escondiam a decepção. Nas páginas da Rede Sustentabilidade em uma grande rede social, também houve comentários criticando a união.

Na reunião em Brasília que varou a madrugada de sábado, poucas horas antes do anúncio da filiação de Marina ao PSB, a decepção entre os organizadores do partido foi “ampla e geral”, na definição de um dos presentes no encontro. Houve choro de alguns, que questionaram a aliança. “Do ponto de vista da manobra política, a escolha de Marina foi de cair o queixo. Porém, do ponto de vista de quem se dedicou a recolher assinaturas para fazer uma nova política, foi uma decepção geral”, contou um dos presentes à reunião.

Conta milionária

A recente criação do Solidariedade e do PROS e a campanha eleitoral de 2014 deverão fazer do Fundo Partidário um verdadeiro canal de irrigação financeira das legendas no ano que vem. A peça orçamentária que tramita no Congresso Nacional prevê R$ 264,3 milhões de assistência financeira a todas as siglas registradas no Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Desde 2011, porém, deputados e senadores adicionam R$ 100 milhões ao fundo, durante a tramitação do projeto de lei orçamentária da União no Legislativo. Se o comportamento se repetir, o fundo deverá ter em 2014 o maior volume de todos os tempos: R$ 364,3 milhões. Além do dinheiro público, as siglas têm direito a tempo de rádio e tevê e doações feitas por pessoas físicas e empresas.


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