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Estado de Minas

Políticos e autoridades fazem homenagem a Tancredo Neves


postado em 12/09/2013 06:00 / atualizado em 12/09/2013 07:14

Aécio mostra o diploma de presidente que o avô não chegou a receber (foto: Carlos Moura/CB/D.A.Press)
Aécio mostra o diploma de presidente que o avô não chegou a receber (foto: Carlos Moura/CB/D.A.Press)

Brasília –
O Panteão da Pátria e da Liberdade Tancredo Neves recebeu políticos e autoridades, em uma cerimônia na noite dessa quarta-feira, para a abertura da exposição permanente sobre a trajetória do primeiro presidente eleito após a ditadura militar no Brasil. Em 1985, aos 75 anos, Tancredo já havia sido deputado, governador e primeiro ministro, quando foi indicado para a Presidência da República pelo Colégio Eleitoral formado por parlamentares. Acabou morrendo um dia antes de tomar posse, em decorrência de uma diverticulite, causando comoção no país.

Ao lado do governador do Distrito Federal, Agnelo Queiroz (PT), e do senador Aécio Neves (PSDB-MG), neto de Tancredo, parlamentares e ministros viram, em primeira mão, o que o público poderá conferir gratuitamente a partir de hoje: fotos e vídeos que contam a história do político mineiro, além de documentos como o diploma de presidente da República, que ele jamais chegou a receber. “Gostaria que ele tivesse tido a oportunidade de receber o diploma, pois se preparou a vida toda para aquele momento”, lamentou Aécio. “Esse espaço simboliza a importância não só dele, mas de todos aqueles que construíram o caminho para a democracia”, afirmou o senador.

Na exposição, uma grande linha do tempo mostra o passo a passo da trajetória de Tancredo, conhecido por ter sido um dos articuladores da saída dos militares do poder. “A gente fala muito da importância da memória cívica e histórica, mas existe outra dimensão, muitas vezes esquecida: a afetiva”, lembrou Andrea Neves, neta de Tancredo e irmã de Aécio.


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