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Estado de Minas IMUNIZAÇÃO

Queiroga orienta que vacinas da Janssen sejam aplicadas apenas em capitais

Vacinas da farmacêutica belga terão validade até o dia 27


12/06/2021 18:15 - atualizado 12/06/2021 18:38

Queiroga destacou a alta eficácia das vacinas da Janssen(foto: Fábio Rodrigues/Agência Brasil)
Queiroga destacou a alta eficácia das vacinas da Janssen (foto: Fábio Rodrigues/Agência Brasil)
 
O ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, orientou neste sábado (12/6) que as doses da Janssen que chegarão ao Brasil sejam aplicadas somente nas capitais. O governo brasileiro antecipou a entrega de 3 milhões dos imunizantes, mas eles terão validade apenas até 27 deste mês. 
 

“Essas doses têm prazo de validade mais curto, mesmo assim o FDA (equivalente à Anvisa nos Estados Unidos) autorizou que esse prazo de validade fosse expandido por mais 15 dias (na verdade essa extensão foi por mais seis semanas) e, por conta disso, o programa nacional de imunização decidiu que essas doses deveriam ser aplicadas nas capitais. Porque, assim, nós temos mais agilidade de entregar essas doses à população brasileira”, afirmou Queiroga.
 

Cada dose custará US$ 10 (R$ 55) ao governo federal. A vacina tem nível de proteção de 85% em casos graves e 66% em casos moderados e leves. Recentemente, a Agência de Alimentos e Medicamentos (FDA) dos Estados Unidos informou que é eficaz contra a variante sul-africana.

"Essas doses têm um desconto de 25% em relação ao valor anteriormente acertado, o que gera economia de R$ 480 milhões. O pagamento será efetivado sobre as doses aplicadas”, garantiu o ministro.

Ele destacou a eficácia das vacinas belgas. “É um imunizante seguro, com eficácia de 85% nas formas severas, além de proteção completa contra hospitalizações. A Anvisa discute a possibilidade de ampliar os prazos de validade das vacinas, mas acho que isso não será necessário, porque confiamos no Plano Nacional de Imunizações”.

Até o momento, o Ministério da Saúde distribuiu 109 milhões de doses de vacinas ao país, das quais 76,7 milhões foram aplicadas na população. Pelo menos 53,2 milhões (33,25%) tomaram a primeira dose, enquanto 23,5 milhões (14,6%) foram imunizados com a dose de reforço.


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