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Estado de Minas CASO MARIANA BAZZA

Acusado de matar e estuprar Mariana Bazza é condenado a 40 anos de prisão

Crime ocorreu em 24 de setembro do ano passado, depois que a jovem aceitou ajuda de Rodrigo Pereira Alves para trocar um pneu murcho do carro


28/08/2020 09:16

Mariana Bazza foi morta aos 19 anos por Rodrigo Pereira Alves(foto: Reprodução/Facebook)
Mariana Bazza foi morta aos 19 anos por Rodrigo Pereira Alves (foto: Reprodução/Facebook)
Acusado de matar e estuprar a estudante Mariana Bazza, 19 anos, em Bariri (SP), após oferecer ajuda para trocar o pneu do carro, Rodrigo Pereira Alves, de 37 anos, foi condenado a 40 anos de prisão pelos crimes, segundo informou a defesa dele ao portal G1.

O advogado Evandro Demétrio informou que a condenação em primeira instância cabe recurso e que ainda não foi publicada pelo Tribunal de Justiça de São Paulo (TJ-SP). O caso corre em segredo de Justiça. O Ministério Público disse que ainda não foi intimado oficialmente da sentença.

O crime aconteceu em 24 de setembro do ano passado, depois que a jovem aceitou ajuda de Rodrigo para trocar um pneu murcho do carro. A estudante foi amarrada, vendada e amordaçada antes de ser violentada. O suspeito matou ela asfixiada, com um pedaço da blusa dela.


Crime premeditado


De acordo com o MP, Alves premeditou o crime, murchando o pneu do carro para fazer a abordagem quando a jovem saísse da academia, onde ela fazia exercícios. Já no interior da chácara, onde o pneu seria trocado, a jovem foi estuprada e morta, segundo a denúncia.

O corpo de Mariana foi levado por Alves, no carro dela, até o local em que foi jogado, em um canavial, em Ibitinga, cidade vizinha. O veículo foi abandonado próximo do local. O corpo da jovem só foi encontrado no dia seguinte, após a prisão de Alves. Conforme o MP, além do carro, ele roubou o celular e uma carteira com dinheiro e documentos de Mariana.

A polícia chegou com facilidade a ele porque Mariana havia tirado uma foto de Alves com seu celular e enviado para o namorado. Câmeras instaladas na academia e em imóveis vizinhos também ajudaram nas investigações.


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