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Estado de Minas

Irmã de criação de menino esquartejado tem medo da presença de homens

O pai da menina, o agente penitenciário Rodrigo Oliveira, saiu do Acre e veio buscar a filha. No entanto, ela foi ensinada a ter medo da figura masculina e precisará passar por tratamento psicológico para se reaproximar dele


postado em 03/06/2019 19:16 / atualizado em 03/06/2019 19:21

(foto: Arquivo pessoal )
(foto: Arquivo pessoal )
Após cinco anos de maus-tratos, a menina de 8 anos que presenciou a morte do irmão de criação, Rhuan Maycon, 9, não consegue ficar na presença de homens. Ela era criada pela mãe, Kacyla Priscyla Santiago Damasceno, 28, e pela madrasta Rosana Auri da Silva Cândido, 27, mãe do garoto. As mulheres são acusadas de matar e esquartejar o menino na noite de sexta-feira (31/5), na frente da garota, que carrega o trauma do crime.

O pai da pequena, o agente penitenciário Rodrigo Oliveira, desembarcou em Brasília nesse domingo (2/6) para buscar a filha, que ele procurava há cinco anos. Kacyla e Rosana fugiram com as crianças do Acre e passaram por diversos estados, até serem presas depois de matarem Rhuan. Após o crime, a garota foi levada a um abrigo de Taguatinga.

 

O reencontro entre pai de filha aconteceu ainda no domingo, no entanto, a garota estava bastante assustada, com machucados no pescoço, cortes na cabeça e pés ressecados. De acordo com o Conselho Tutelar, as investigadas ensinaram a criança que ela não poderia confiar em homens, que eles iriam machucá-la.

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