(none) || (none)
UAI
Publicidade

Estado de Minas GUERRA

Israel diz ter matado um dos chefes do Hamas

O chefe de inteligência do Hamas, Belal Alqadra, estava na cidade de Khan Yunis, local onde estão os brasileiros que aguardam resgate


16/10/2023 20:44 - atualizado 16/10/2023 20:45
436

Soldados israelenses viajam em veículos blindados em direção à fronteira com a Faixa de Gaza em 16 de outubro de 2023, em meio às batalhas em curso entre Israel e o grupo Hamas
Soldados israelenses viajam em veículos blindados em direção à fronteira com a Faixa de Gaza em 16 de outubro de 2023, em meio às batalhas em curso entre Israel e o grupo Hamas (foto: (MENAHEM KAHANA / AFP))
As Forças de Defesa de Israel (IDF) afirmaram, nesta segunda-feira (16/10), que militares israelenses mataram o chefe de inteligência do grupo extremista Hamas, Belal Alqadra. O homem foi morto por bombardeio em Khan Yunis, uma das cidades do sul de Gaza onde estão os brasileiros que aguardam para serem repatriados para o Brasil.

 

Belal é apontado como um dos responsáveis por ataques a comunidades agrícolas israelenses. Além dele, Israel afirma ter matado mais outros cinco líderes do Hamas. "Os alvos foram atingidos em Zaytun, Khan Yunis, Jabaliya, Al-Furqan e Beit Hanoun, e incluíam centros de comando operacional, agentes terroristas, túneis ofensivos, militares, pontos de lançamento antitanque, postos de observação e muito mais", diz as Forças de Defesa de Israel (IDF), em comunicado.

 

Desde 7 de outubro, quando o Hamas atacou Israel, mais de 4 mil pessoas morreram, sendo 2.750 em Gaza e 1.400 em território israelense. Militares têm intensificado bombardeios em Gaza e ameaçam uma ofensiva terrestre. "O Hamas é uma organização terrorista genocida. Eliminaremos o Hamas", disseram as forças israelenses.

 

Leia: Diplomacia entra em cena para evitar 'catástrofe' em Gaza e conflito regional 

 

O governo brasileiro negocia a abertura de um corredor humanitário e a autorização para a liberação da fronteira com o Egito para resgatar brasileiros que estão na zona de conflito. Dos 32 cidadãos brasileiros que aguardam para retornarem ao país, 16 — quatro homens, quatro mulheres e oito crianças — foram deslocadas para Rafah, onde passaram a noite em um imóvel alugado pelo Ministério das Relações Exteriores.

 

Leia: 'Me sinto um anjo da morte': o brasileiro que avisa famílias sobre mortes 

 

Elas estavam alojadas na escola Rosary Sisters, no norte de Gaza, que está sob ataque israelense. Outras 16 pessoas — dois homens, cinco mulheres e nove crianças — são moradoras de Khan Yunis e aguardam a liberação em suas casas. A cidade fica a poucos quilômetros de Rafah.

 

 


receba nossa newsletter

Comece o dia com as notícias selecionadas pelo nosso editor

Cadastro realizado com sucesso!

*Para comentar, faça seu login ou assine

Publicidade

(none) || (none)