
"À medida que as negociações sobre um acordo de neutralidade e o status não nuclear da Ucrânia entram em uma dimensão prática (...), foi decidido, para aumentar a confiança, a redução radical da atividade militar em Kiev e Chernihiv", declarou o vice-ministro da Defesa russo, Alexandre Fomine, em Istambul.
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O chefe da delegação russa, Vladimir Medinksi, classificou as negociações como "significativas". Também explicou que o presidente russo Vladimir Putin poderia se reunir com seu homólogo ucraniano, Volodimir Zelensky.
"Após as discussões significativas de hoje [terça-feira] nós decidimos e propusemos uma solução, segundo a qual é possível a reunião dos chefes de Estado simultaneamente com a assinatura do tratado por parte dos ministros das Relações Exteriores", acrescentou Medinsky.
"Com a condição de que se trabalhe rapidamente no acordo e se encontre o compromisso necessário, a possibilidade de chegar à paz estará muito mais perto", disse.
Entenda o contexto histórico da guerra:
