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Estado de Minas Berlim

Potências ocidentais excluirão bancos russos da plataforma Swift

Plataforma financeira movimenta trilhões de dólares entre empresas e governos


26/02/2022 20:08 - atualizado 26/02/2022 22:18

Manifestantes alemães pedem para a Rússia ser banida do sistema Swift
Manifestantes alemães pedem para a Rússia ser banida do sistema Swift (foto: YANN SCHREIBER / AFP)

 

As potências ocidentais decidiram excluir vários bancos russos do serviço de mensagens interbancárias Swift, fundamental em transações internacionais, como parte de um arsenal de sanções contra a Rússia pela invasão da Ucrânia, anunciou o governo alemão neste sábado.


Os bancos sancionados serão "cortados dos fluxos financeiros internacionais, o que reduzirá substancialmente suas operações globais", destacou o governo da Alemanha.

 

Leia mais: Invasão russa à Ucrânia chega ao 3º dia sem definições; Kiev é bombardeada

 

Mais cedo, o ministro das Relações Exteriores da Ucrânia, Dmytro Kuleba, disse que líderes mundiais teriam "as mãos sujas de sangue" se não banissem a Rússia da rede de pagamentos Swift, fundamental para transações eficazes de valores financeiros ao redor do mundo. 

 

 

O que é o Swift?

Swift é uma plataforma financeira global que permite a transferência rápida e tranquila de dinheiro através de fronteiras. Seu nome significa Sociedade para Telecomunicação Financeira Mundial entre Bancos, na tradução da sigla, do inglês.

 

Ele envia mais de 40 milhões de mensagens por dia, e trilhões de dólares passam de mão em mão entre empresas e governos. Acredita-se que mais de 1% dessas mensagens envolvam pagamentos russos.

Quem controla o Swift?

O Swift foi criado por bancos americanos e europeus, que não queriam que uma única instituição desenvolvesse seu próprio sistema e tivesse um monopólio sobre essas transações.

 

Hoje, a rede é de propriedade conjunta de mais de 2 mil bancos e instituições financeiras. É gerenciada pelo Banco Nacional da Bélgica, em parceria com grandes bancos centrais de várias partes do mundo — incluindo o americano Federal Reserve e o Banco da Inglaterra, do Reino Unido.

 


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