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Estado de Minas PRISÃO PREVENTIVA

Suspeito de matar médico a facadas tem prisão preventiva decretada

Ao converter a prisão em flagrante em prisão preventiva, a juíza destacou a gravidade do crime e o fato de o chef de cozinha não ter prestado socorro à vitima


25/04/2023 15:54 - atualizado 25/04/2023 16:47
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Vinícius Soares Garcia tinha 31 anos quando foi assassinado dentro de seu apartamento no Centro de Belo Horizonte, na tarde do dia 22 de abril de 2023. Ele era médico e fazia doutorado na Universidade Federal de Minas Gerais.
A juíza reforça a gravidade dos fatos mediante o número de facadas, e tendo em vista que o crime ocorreu na casa da vítima (foto: Reprodução/Redes sociais)
O suspeito de matar o médico Vinícius Soares Garcia, de 31 anos, com 29 facadas, em Belo Horizonte, neste sábado (22/4) passou por audiência de custódia nessa segunda-feira (24/4). A juíza Juliana Miranda Pagano determinou que a prisão em flagrante do acusado fosse convertida em prisão preventiva.

Na decisão, a juíza destacou a gravidade dos fatos, frisando que foram 29 facadas desferidas contra a vítima, dentro de sua própria casa. Além disso, o acusado ainda saiu da residência do médico sem prestar socorro. 

Depois de cometer o crime, o suspeito, identificado pela Polícia Civil como o chef de cozinha Victor Dornas Ribas, de 30, procurou um médico psiquiatra, ocasião em que foi internado em um hospital psiquiátrico. De acordo com a magistrada do caso, essa sequência de ações reforçam a necessidade de converter a prisão em flagrante em prisão preventiva, para garantir a ordem pública.

Entenda o caso

 
O suspeito, que informou ter conhecido a vítima há 15 dias, estava com o médico desde a quinta-feira (20/4). Ao acordar, no sábado (22/4), percebeu que havia sido drogado e violentado, e tentou sair da casa do médico.

Ao tentar sair, o acusado teria sido ameaçado com uma faca pela vítima, iniciando uma luta corporal. A vítima foi encontrada com 29 facadas, desferidas em lugares diferentes do corpo e na cabeça. O acusado, que saiu sem prestar socorro, alega ter agido em legítima defesa.

Depois de deixar a casa da vítima, o suspeito procurou um psiquiatra e foi internado em um hospital, onde foi encontrado pela polícia e preso em flagrante.


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