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Estado de Minas CHUVAS

Assembleia de Minas coleta doações para cidades atingidas

Presidente Agostinho Patrus Filho diz que a assembleia receberá doações ao longo da semana para enviar às cidades mais afetadas pelas chuvas


12/12/2021 14:15 - atualizado 12/12/2021 15:02

Prefeito Alexandre Kalil e Agostino Patrus Filho, presidente da assembleia
Agostinho Patrus Filho destaca que a Assembleia de Minas vai arrecadar doações para os mineiros desabrigados e desalojados pelas chuvas (foto: Jair Amaral/D.A Press)
Várias cidades que foram impactadas pelas fortes chuvas que atingem o Vale do Jequitinhonha e Norte de Minas, que estão em estado de calamidade pública, decretado pelos prefeitos. Todas precisam de ajuda humanitária, tanto do poder público como de quem quiser ser solidário. O presidente da Assembleia Legislativa de Minas Gerais, o deputado estadual Agostinho Patrus Filho (PV), durante a celebração da missa em homenagem aos 124 anos pelo aniversário de Belo Horizonte, na Catedral Cristo Rei, anunciou que a assembleia já está arrecadando doações para enviar a quem precisa.

"Já estamos trabalhando para reconhecer o estado de calamidade onde for necessário. Estamos recolhendo doações de cestas básica que podem ser feitas por meio do site da assembleia, há um conta disponível e, quem preferir, pode entregar, durante a semana. As cestas básicas serão distribuídas nas regiões mais afetadas".

Conforme Agostinho Patrus, a assembleia também está envolvida na campanha do "Natal sem fome", para dar acesso ao alimento a quem tem pressa.

O prefeito Alexandre Kalil (PSD), também presente na celebração comandada pelo  arcebispo metropolitano de Belo Horizonte, dom Walmor Oliveira de Azevedo, reforçou que a ajuda precisa chegar com urgência. Segundo ele, a chuva 'destroçou Belo Horizonte e agora o Norte de Minas, uma tristeza'.

O socorro precisa chegar logo, com urgência. Há pessoas desabrigadas, desalojadas, os locais têm o acesso dificultado diante do estrago em estradas, falta energia elétrica e água tratada em algumas cidades, enfim, um caos. Cidades como Palmópolis, município com menos de 7 mil habitantes que faz limite com Jucuruçu, na Bahia, e Machacalis, no Vale do Jequitinhonha, precisam da união dos mineiros para socorrê-los neste momento de desespero. E agilidade do poder público.


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