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Estado de Minas NA MIRA DA POLÍCIA

Adolescente de 17 anos é o principal suspeito de incendiar ônibus

A ação criminosa aconteceu no dia 15 de setembro na cidade de Sete Lagoas e dois mandados de busca e apreensão já foram cumpridos


23/09/2021 17:16 - atualizado 23/09/2021 19:03

A PCMG apurou que uma garrafa pet com 2 litros de gasolina foi usada para provocar os incêndios
A PCMG apurou que uma garrafa pet com 2 litros de gasolina foi usada para provocar os incêndios (foto: Reprodução/WhatsApp)

 
A Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG) aponta como suspeito do incêndio de dois ônibus , em Sete Lagoas, região Central do estado, um adolescente de 17 anos. As investigações tiveram início no dia 15 de setembro, após duas empresas de transporte, sediadas no Bairro Montreal, serem alvo da ação criminosa.
 
Foram cumpridos dois mandados de busca e apreensão na residência do adolescente, na terça-feira (21/9), na operação denominada Nero. A PCMG apurou que uma garrafa pet de 2 litros, contendo gasolina, e fósforos foram utilizados para provocar os incêndios.
 
Na residência do adolescente, os policiais apreenderam uma camisa e uma bermuda, além de um cigarro de maconha. As roupas encontradas vão servir como provas de autoria dos fatos, segundo os policiais.
 
Os mandados de busca foram autorizados pela Justiça após representação da PCMG, que também solicitou a internação do adolescente. As investigações prosseguem.
 
Participaram das apurações 12 policiais civis, coordenados pelo chefe do 19º Departamento, Fernando Dias da Silva; pelo delegado regional de Sete Lagoas, Thiago de Oliveira; e pelo delegado Leandro Andrade.
 

Relembre o caso


Na madrugada do dia 15 de setembro, por volta da 1h, o Corpo de Bombeiros foi acionado para apagar as chamas de dois ônibus que estavam estacionados na Rua Palmeiras, no Bairro Montreal.
 
Os bombeiros utilizaram cerca de cinco mil litros de água para debelar o incêndio
Os bombeiros utilizaram cerca de cinco mil litros de água para debelar o incêndio (foto: Reprodução/WhatsApp)
 
 
Segundo o Corpo de Bombeiros, na época, a Polícia Militar esteve no local e falou spnre a hipótese de tratar-se de incêndio criminoso. Como os ônibus estavam a apenas 300 metros um do outro, o responsável pode ter subido a rua ateando fogo aos veículos.
 


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