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Estado de Minas RISCO DE TRANSMISSÃO COMUNITÁRIA

Três casos da variante Delta são investigados no Nordeste de Minas

Águas Formosas, Itaipé e Ladainha foram as cidades que tiveram pacientes da COVID-19 contaminados pela variante Delta do novo coronavírus


31/08/2021 21:17 - atualizado 31/08/2021 21:28

Itaipé é uma das três cidades da região nordeste a registrar casos da variante Delta(foto: Reprodução/Prefeitura Itaipé)
Itaipé é uma das três cidades da região nordeste a registrar casos da variante Delta (foto: Reprodução/Prefeitura Itaipé)
A região Nordeste de Minas contabiliza três casos confirmados da variante Delta do novo coronavírus. Esses casos foram registrados nas cidades de Águas Formosas, Itaipé e Ladainha, e confirmados pela Superintendência Regional de Saúde de Teófilo Otoni nesta terça-feira (31/8).
 
O superintendente regional de saúde de Teófilo Otoni, Ivan José Santana Figueira, informou que essas três pessoas infectadas com a variante Delta do coronavírus já se recuperaram da doença e estão sendo monitoradas.
 
Ele explicou que as pessoas tiveram sintomas leves da COVID-19 e o próximo passo, agora, é saber como elas se infectaram. “Vamos fazer uma investigação epidemiológica para saber se há transmissão comunitária dessa variante nessas três cidades”, disse.
 
Nessa investigação, segundo Ivan Santana, as autoridades de saúde desses municípios vão ouvir as pessoas infectadas para saber se elas viajaram para o exterior ou tiveram contato com pessoas que vieram recentemente de outros países.
 
“Em Itaipé, nós sabemos que a pessoa infectada esteve no Rio Grande do Sul, e, em Ladainha, a pessoa infectada com essa variante Delta não mora na cidade”, disse Ivan Santana, afirmando que a hipótese de uma transmissão comunitária na região de Águas Formosas será confirmada ou não, depois de uma investigação epidemiológica.
 
Mesmo com a confirmação dos casos da variante Delta, que é preocupante, Ivan Santana comemorou a baixa ocupação de leitos UTI COVID-19 SUS na macrorregião Nordeste, que atingiu 27%.
 
Com isso, segundo ele, o Ministério da Saúde vai promover a desmobilização de parte dos 81 leitos UTI COVID-19 disponíveis nessa macrorregião, para atender aos pacientes acometidos por outras doenças e que aguardavam tratamento.
 
A meta é destinar 60 leitos para os pacientes que não estão acometidos pela COVID-19.


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